Quinta-feira, 1 de Março de 2012
Groupama 4 continua na Liderança
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| Groupama / DR |
Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12
Sanya (China) – Auckland (Nova Zelândia)
Sanya (China) – Auckland (Nova Zelândia)
As mudanças de ventos e as dificuldades da quarta etapa da Volvo Ocean Race
Os ventos alísios vindos de Norte têm-se feito sentir nos últimos dias, chegando, por vezes, aos 25 nós. Apesar da velocidade ter aumentado, as condições a bordo do Groupama 4 não têm sido as mais confortáveis. No convés do veleiro a situação piora com as ondas que rebentam em cima da tripulação.
“Os ventos estão mais estáveis do que na semana passada e, em princípio, não haverá necessidade de fazer tantas manobras. De qualquer maneira, nos próximos dias espera-se um bom e justo avanço, à medida que aproveitamos estes ventos, apesar das condições no convés, visto que é provável que venha a estar constantemente submerso – não é, sem dúvida, o mais confortável! Prevê-se uma subida de temperaturas e também de mar. É muito difícil ficar direito no barco, neste momento. A tripulação está bem e tem conseguido descansar, o Martin (Krite) magoou-se nas costas numa manobra um pouco arriscada, apesar do susto está tudo bem. Temos que ter muito cuidado porque o impacto é realmente violento. Estamos a velejar a cerca de 23 nós, o que se mantém para os próximos dois dias!”, comenta Franck Cammas, Skipper do Groupama 4
Apesar das difíceis condições, alguns dos veleiros participantes na Volvo Ocean Race estão a conseguir velejar mais de 500 milhas por dia, como é o exemplo do Puma (523 milhas), Abu Dhabi (506 milhas) e do Groupama 4 (501 milhas). Posicionado mais atrás encontra-se agora o Camper, que foi durante vários dias o líder desta quarta etapa entre Sanya e Auckland. Os neozelandeses viram a genoa, a vela mais importante neste momento, do seu veleiro ficar danificada. Esta velocidade está prevista até a frota chegar ao Equador (cerca de 800 milhas).
“Traçamos agora um bom percurso, a primeira parte foi muito complicada a nível estratégico. Neste momento estamos muito satisfeitos com o nosso trajecto. Estamos a liderar, o que causa alguma mudança e conseguimos identificar o nosso maior rival neste momento, o Puma. Também estamos a tentar ajustar a nossa velocidade em relações às tripulações que estão atrás de nós e isso é extremamente importante à medida que nos vamos aproximando do Equador. Sabemos que o primeiro veleiro a chegar aos Doldrums é aquele que vai validar ou invalidar o percurso para os restantes. Neste momento estamos focados na velocidade, mas nos próximos três dias, teremos que enfrentar as calmarias equatoriais…” Explica o Skipper do Groupama 4.
Posição dos veleiros participantes na 4ª Etapa da Volvo Ocean Race às 17:00 horas:
1. Groupama 4
2. Puma
3. Telefonica
4. Camper
5. Abu Dhabi Ocean Racing 6. Team Sanya
Fonte AnaLima Comunicação
Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Presidente da República concede Alto Patrocínio ao Evento
“The Tall Ships Races 2012 Lisboa”
O Presidente da República concedeu o Alto Patrocínio às “The Tall Ships Races 2012 Lisboa”. Cavaco Silva reconhece assim o valor e a importância do grande acontecimento para o país. De 19 a 22 de Julho, ao longo da margem Norte do Tejo, são esperados 60 Grandes Veleiros e cinco mil tripulantes em representação de 49 países.
“A Aporvela vem desenvolvendo actividades há anos para tornar o mar mais próximo dos portugueses. O Alto Patrocínio do Presidente da República a esta regata é o reconhecimento da importância do mar e simultaneamente da actividade promovida pela Aporvela", explica António Lobato, presidente da Associação Portuguesa de Treino de Vela.
Durante os quatro dias do evento cerca de um milhão de visitantes percorrerão o recinto de animação entre Santa Apolónia e a Praça do Comércio. Com entrada livre, o público tem a oportunidade de visitar os Grandes Veleiros, assistir a concertos e espectáculos, assim como participar em conferências e workshops sobre o Mar e sobre a cidade de Lisboa.
O Presidente da República concedeu o Alto Patrocínio às “The Tall Ships Races 2012 Lisboa”. Cavaco Silva reconhece assim o valor e a importância do grande acontecimento para o país. De 19 a 22 de Julho, ao longo da margem Norte do Tejo, são esperados 60 Grandes Veleiros e cinco mil tripulantes em representação de 49 países.
“A Aporvela vem desenvolvendo actividades há anos para tornar o mar mais próximo dos portugueses. O Alto Patrocínio do Presidente da República a esta regata é o reconhecimento da importância do mar e simultaneamente da actividade promovida pela Aporvela", explica António Lobato, presidente da Associação Portuguesa de Treino de Vela.
Durante os quatro dias do evento cerca de um milhão de visitantes percorrerão o recinto de animação entre Santa Apolónia e a Praça do Comércio. Com entrada livre, o público tem a oportunidade de visitar os Grandes Veleiros, assistir a concertos e espectáculos, assim como participar em conferências e workshops sobre o Mar e sobre a cidade de Lisboa.
Fonte: Ana Lima Comunicação
Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Campeonato da Europa RS:X 2012
Regatas adiadas: Vento Sudoeste apareceu por pouco tempo
Funchal, 23 de Fevereiro a 1 de Março
Tudo parecia a postos para que esta segunda-feira as regatas do Campeonato da Europa RSX começassem à hora prevista - 11h da manhã - mas o vento voltou a fazer das suas e não apareceu. As regatas foram sendo diferidas até ao princípio da tarde altura em que o Sudoeste tentou dar um ar da sua graça e levou organização e velejadores para o campo de regatas montado em frente à “Pontinha”.
Os 79 velejadores acabaram por ter duas largadas anuladas uma vez que o vento não atingia os seis nós obrigatórios da classe. A Comissão de Regatas ainda esperou algumas horas no mar numa tentativa de cumprir calendário mas acabou por mandar os concorrentes para terra. Até às 17h59 é sempre possível dar largadas mas as velas acabaram por ficar em terra e o espectáculo, que os jornalistas estrangeiros que acompanham a prova queriam registar em imagens, ficou adiado para esta terça-feira.
O velejador João Rodrigues explicou que quem anda na competição sabe que esta situação acontece. “É normalíssimo isto acontecer. Quem anda na competição sabe muito bem que é normal. Uma vez em Itália esperámos 8h00 na água até o vento aparecer e nos Jogos Olímpicos esperámos dias inteiros pelo vento. Tenho pena que ontem não tivéssemos aproveitado o bom vento que se fez sentir mas a classe decidiu fazer dia de descanso. Deviam ter ouvido os locais que conhecem bem as ‘meteorologias’ da zona” explicou o atleta luso.
Imagens da Madeira espalhadas pelo Mundo
A organização conta com uma equipa de filmagens que acompanha todas as competições a nível mundial, formada por ex-velejadores: “Temos dois balões pequenos onde montamos as câmaras que por sua vez são telecomandadas a partir do barco onde estamos. O operador tem uns óculos/ecrã que permitem controlar tudo o que está a ser filmado. Só quando o vento ultrapassa os 30 nós é que temos que ter muito cuidado. De qualquer forma, pelo facto de sermos velejadores temos a sensibilidade dos ventos e do que devemos fazer para não atrapalhar. Um helicóptero a filmar em cima de uma linha de largada não agrada nada aos concorrentes, faz um vento que atrapalha tudo. Assim não incomodamos a competição e temos imagens fantásticas”, explica Jason, responsável pela empresa grega.
Hugo Santos, responsável pela área de mar da competição, tem a seu cargo todas as embarcações que apoiam o barco do júri: “Saímos muito cedo para o mar e medimos a intensidade do vento nas três áreas possíveis de regata. Depois reunimos com a comissão de regata e vemos qual o campo que vamos utilizar. Antes de ir para o mar fazemos um briefing diário com toda a equipa para acertar alguns pormenores”.
Quando o vento está forte os velejadores usam a vela mais plana, quando está fraco a vela tem que estar mais abaulada mas hoje nada funcionou e os concorrentes ficaram pelo posto de S. Lázaro. O mínimo de vento permitido nesta classe é força 5 e o máximo de 30 nós, recordamos que a prancha pesa 15 kg, tem três metros de comprimento e os concorrentes têm habitualmente quatro/cinco velas e duas pranchas para a competição.
Imagens da Madeira espalhadas pelo Mundo
A organização conta com uma equipa de filmagens que acompanha todas as competições a nível mundial, formada por ex-velejadores: “Temos dois balões pequenos onde montamos as câmaras que por sua vez são telecomandadas a partir do barco onde estamos. O operador tem uns óculos/ecrã que permitem controlar tudo o que está a ser filmado. Só quando o vento ultrapassa os 30 nós é que temos que ter muito cuidado. De qualquer forma, pelo facto de sermos velejadores temos a sensibilidade dos ventos e do que devemos fazer para não atrapalhar. Um helicóptero a filmar em cima de uma linha de largada não agrada nada aos concorrentes, faz um vento que atrapalha tudo. Assim não incomodamos a competição e temos imagens fantásticas”, explica Jason, responsável pela empresa grega.
Hugo Santos, responsável pela área de mar da competição, tem a seu cargo todas as embarcações que apoiam o barco do júri: “Saímos muito cedo para o mar e medimos a intensidade do vento nas três áreas possíveis de regata. Depois reunimos com a comissão de regata e vemos qual o campo que vamos utilizar. Antes de ir para o mar fazemos um briefing diário com toda a equipa para acertar alguns pormenores”.
Quando o vento está forte os velejadores usam a vela mais plana, quando está fraco a vela tem que estar mais abaulada mas hoje nada funcionou e os concorrentes ficaram pelo posto de S. Lázaro. O mínimo de vento permitido nesta classe é força 5 e o máximo de 30 nós, recordamos que a prancha pesa 15 kg, tem três metros de comprimento e os concorrentes têm habitualmente quatro/cinco velas e duas pranchas para a competição.
Fonte: AnaLima Comunicação
Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12
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| © Yann Riou |
Sanya (China) – Auckland (Nova Zelândia)
Groupama 4 na liderança
Franck Cammas lidera neste momento a frota da Volvo Ocean Race: “Ao ver a classificação de hoje, que foi algo realmente agradável, parece que as coisas nos estão a correr pelo melhor. No entanto, continuamos muito prudentes. Alguns dos nossos rivais, um deles em particular, mantém um grau de distância muito limitado. Para além disso, a zona é inconstante e continuará a ser pelo menos até ao dia de amanhã. Até lá, manobras e boas estratégias são as ordens do dia.”, comenta Yann Riou, Membro da Equipa Media do Groupama 4.
No oitavo dia da quarta etapa da Volvo Ocean Race, as tripulações encontram-se ansiosas para acabar as mais de 4,000 milhas restantes até Auckland. Com a velocidade a variar entre os 17 e os 10 nós, o Groupama 4 começa a estender a liderança sobre os outros veleiros, com a ajuda de ventos de 15 nós.
Colocados mais a Sul da frota, o Abu Dhabi e o Telefonica sofrem as consequências de brisas inconstantes. Os veleiros encontram-se agora a cerca de 500 milhas de Tóquio. Nesta área as correntes marítimas são muito variáveis em termos de força e direcção.
Franck Cammas e a sua tripulação estão muito felizes pela posição conquistada, apesar de saberem que ainda faltam mais de 4,000 milhas para o final desta quarta etapa da Volvo Ocean Race entre Sanya (China) e Auckland (Nova Zelândia).
Posição dos veleiros às 16:00:
1 - Groupama 4
2 - Camper
3 - Puma
4 - Telefonica
5 - Abu Dhabi
6 - Sanya
Fonte: AnaLima Comunicação
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