domingo, 15 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Começa HOJE - 3ª edição da LPFA
3ª edição da LPFA
O arranque oficial da 3ª edição da LPFA está marcado já para hoje com o jogo em Lisboa, com os Candal Kings - a equipa mais recente da liga - a deslocarem-se no seu primeiro jogo oficial da temporada ao terreno da equipa Lisboa Navigators, os actuais campeões em título.
Será um jogo entre David e Golias mas onde os Kings quererão deixar uma imagem positiva e causar surpresa.
O jogo está previsto começar pelas 15:30 e será disputado na Cidade Universitária no Estádio de Honra, com bancadas cobertas.
Texto:André Amorim
Infogra: Luís Nunes
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Liderança do Dakar mantém-se nas mãos da Delta Q
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| Delta Q / AIFA / DR |
Liderança do Dakar mantém-se nas mãos
da Delta Q – Monster Energy X-raid Team
· Etapa difícil para os pilotos do MINI All4 Racing
· Roma quinto, Peterhansel sétimo, Leal dos Santos 9º
A 12ª etapa do Dakar Argentina Chile Peru que ligou Arequipa a Nazca foi madrasta para os pilotos da Delta Q – Monster Energy X-raid Team. O trio do MINI All4 Racing sofreu vários ‘atascanços’ que não permitiu que fossem além da 5ª, 7ª e 9ª posições para Nani Roma, Stephane Peterhansel e Ricardo Leal dos Santos respectivamente. Apesar do contraste face ao dia de ontem, onde ocuparam as três primeiras posições, Peterhansel continua na liderança da prova, seguido de Roma no segundo posto e de Leal dos Santos no 9º.
Os vários ‘atascanços’ resultaram de uma má opção na escolha no percurso, como explicou Ricardo Leal dos Santos: “As motos fizeram um trilho nas dunas que a maioria dos carros seguiu, mas infelizmente esse trilho não era próprio para os carros e o desfecho foi uma enorme perda de tempo para sair daqueles locais. Eu pessoalmente ainda parti uma jante e apanhei uma tempestade de areia que condicionou a visibilidade. Foi uma etapa muito complicada”, disse o piloto português.
Stephane Peterhansel apesar das dificuldades mantém a primeira posição na classificação geral: “Perdemos cerca de vinte minutos para sair do local onde atascámos e pensei seriamente que já tinha perdido a liderança da prova. Daí em diante ataquei como nunca e corri demasiados riscos, mas no final percebi que não tinha apenas sido eu a ter problemas. Felizmente!”, disse o francês.
Nani Roma não esteve isento de peripécias: “Estávamos conscientes que estas duas últimas etapas seriam determinantes para o resultado final. Infelizmente não passámos incólumes aos problemas e mantemos a segunda posição. Amanhã ainda há mais uma dura etapa e tudo pode acontecer”, referiu o espanhol.
A 13ª etapa decorre entre Nazca e Pisco numa classificativa de 276 quilómetros contra o cronómetro e que vai contar mais uma vez com muitas dunas.
Classificação na 12ª Etapa: Após 12ª Etapa:
1º Gordon/Campbell - Hummer com 2h14m32s 1º Peterhansel/Cottret – MINI com 35h19m04s
2º Novitskiy/Schulz - MINI a 15m18s 2º Roma/Perin – MINI a 20m
3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 22m06s 3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 1h06m40
(..) (…)
5º Roma/Perin – MINI a 23m38s 9º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 4h51m05s
7º Peterhansel/Cottret – MINI a 26m27s
9º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 39m21s
A 13ª etapa decorre entre Nazca e Pisco numa classificativa de 276 quilómetros contra o cronómetro e que vai contar mais uma vez com muitas dunas.
Classificação na 12ª Etapa: Após 12ª Etapa:
1º Gordon/Campbell - Hummer com 2h14m32s 1º Peterhansel/Cottret – MINI com 35h19m04s
2º Novitskiy/Schulz - MINI a 15m18s 2º Roma/Perin – MINI a 20m
3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 22m06s 3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 1h06m40
(..) (…)
5º Roma/Perin – MINI a 23m38s 9º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 4h51m05s
7º Peterhansel/Cottret – MINI a 26m27s
9º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 39m21s
Contagem decrescente para o Evento do Ano em Portugal
The Tall Ships Races 2012 Lisboa
- 19 a 22 de Julho de 2012 -
- 19 a 22 de Julho de 2012 -
Com a entrada do novo ano, a contagem começa a fazer-se de forma decrescente para aquele que será o Grande Evento de 2012 em Lisboa: a capital portuguesa recebe no próximo Verão as “The Tall Ships Races 2012 Lisboa”! De 19 a 22 de Julho, ao longo da margem Norte do Rio Tejo, são esperados 60 Grandes Veleiros e cinco mil tripulantes em representação de 49 países.
Durante os quatro dias do Evento cerca de um milhão de visitantes percorrerão o recinto de animação entre Santa Apolónia e a Praça do Comércio. Com entrada livre, o público tem a oportunidade de visitar os Grandes Veleiros, assistir a concertos e espectáculos, assim como participar em conferências e workshops sobre o Mar e sobre a cidade de Lisboa. São grandes os motivos de interesse para ser parte activa das “The Tall Ships Races 2012 Lisboa” com destaque para o desfile das tripulações na Rua Augusta, a 20 de Julho (sexta-feira).
O recinto do Evento será um mundo náutico aos pés de Lisboa. No espaço de um quilómetro haverá uma Zona Lounge com pontos de restauração e música ambiente, uma Zona de Diversão para crianças com actividades, uma Zona Cultural, onde haverá uma exposição fotográfica e uma tenda para conferências sobre vários assuntos relacionados com o Mar e com a cidade de Lisboa. Oportunidade ainda para o público visitar os Grandes Veleiros.
O recinto do Evento será um mundo náutico aos pés de Lisboa. No espaço de um quilómetro haverá uma Zona Lounge com pontos de restauração e música ambiente, uma Zona de Diversão para crianças com actividades, uma Zona Cultural, onde haverá uma exposição fotográfica e uma tenda para conferências sobre vários assuntos relacionados com o Mar e com a cidade de Lisboa. Oportunidade ainda para o público visitar os Grandes Veleiros.
Os 60 Grandes Veleiros vão visitar cinco portos – Saint Malo, Lisboa, Cádiz, Coruña e Dublin – num contacto com cinco culturas diferentes mas numa única regata. A cor das velas e o som das ondas invadem Lisboa na segunda escala do evento em pleno Verão.
Com um potencial mediático a rondar os 3,6 Milhões de Euros, segundo um estudo independente da Cision, e com gastos do público que geram um retorno local entre os 20 e os 35 Milhões de Euros, o ponto alto das “The Tall Ships Races 2012 Lisboa” será o desfile pelo rio Tejo ao final da manhã de dia 22 de Julho (domingo).
O Grande Evento do ano em Portugal é promovido em Lisboa pela APORVELA, fundadora e representante no nosso país da Sail Training Internacional, entidade que organiza actualmente as “The Tall Ships Races”. Fundada em 1980, a Associação Portuguesa de Treino de Vela tem como missão aproximar os portugueses do mar assim como promover a preservação do património náutico nacional. Foi desde sempre responsável pela organização das regatas de Grandes Veleiros em Portugal, desde a primeira edição da História em 1956, passando por 1982, 1992, 1994, 1998, 2006 e agora 2012.
Actualmente, a APORVELA dinamiza programas como os Jovens e o Mar, cujo o objectivo é promover o Treino de Mar a bordo da Caravela Vera Cruz, bem como de outros Grandes Veleiros. É também por isso que a Associação Portuguesa de Treino de Vela tem como meta embarcar cerca de 150 jovens durante a passagem por Lisboa da regata “Tall Ships Races”.
Com um potencial mediático a rondar os 3,6 Milhões de Euros, segundo um estudo independente da Cision, e com gastos do público que geram um retorno local entre os 20 e os 35 Milhões de Euros, o ponto alto das “The Tall Ships Races 2012 Lisboa” será o desfile pelo rio Tejo ao final da manhã de dia 22 de Julho (domingo).
O Grande Evento do ano em Portugal é promovido em Lisboa pela APORVELA, fundadora e representante no nosso país da Sail Training Internacional, entidade que organiza actualmente as “The Tall Ships Races”. Fundada em 1980, a Associação Portuguesa de Treino de Vela tem como missão aproximar os portugueses do mar assim como promover a preservação do património náutico nacional. Foi desde sempre responsável pela organização das regatas de Grandes Veleiros em Portugal, desde a primeira edição da História em 1956, passando por 1982, 1992, 1994, 1998, 2006 e agora 2012.
Actualmente, a APORVELA dinamiza programas como os Jovens e o Mar, cujo o objectivo é promover o Treino de Mar a bordo da Caravela Vera Cruz, bem como de outros Grandes Veleiros. É também por isso que a Associação Portuguesa de Treino de Vela tem como meta embarcar cerca de 150 jovens durante a passagem por Lisboa da regata “Tall Ships Races”.
Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12
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| © Yvan Zedda |
Veleiro de Franck Cammas Vice-Campeão na Regata “In-Port”
Groupama 4 preparado para a terceira etapa
Abu Dhabi - Sanya
Groupama 4 preparado para a terceira etapa
Abu Dhabi - Sanya
Depois de vencer a segunda parte da segunda etapa da Volvo Ocean Race(VOR), a equipa de Franck Cammas foi Vice-Campeão na Regata “In-Port” que se discutiu hoje em Abu-Dhabi.
Franck Cammas e a sua tripulação demonstraram um enorme potencial com ventos fracos que se fizeram sentir num plano de água cheio de barcos de espectadores. O Groupama 4 confirmou a sua capacidade de velejar com ventos de menos de 8 nós. Com pouco vento e muito sol, as embarcações da Volvo Ocean Race cumpriram um percurso que contou com 5 a 7 nós de vento a soprar de Sudoeste. Um percurso com muitas manobras, apesar de serem apenas 8 milhas a cumprir em menos de uma hora, cujo vencedor foi o veleiro dos Emirados Árabes Unidos. Havia sete bóias para rondar, sendo que logo na largada foi içado o Spi de todos os veleiros.
Franck Cammas, Skipper do Groupama 4:
“Foi uma óptima regata e uma óptima classificação. Tivemos um confronto directo com o Camper, cuja tripulação é especialista neste tipo de percursos curtos. Não eram as melhores condições para nós, mas conseguimos ter alguma velocidade e ser agressivos durante toda a prova. Adaptámos o barco para a terceira etapa e hoje já se viram os resultados. Foi um bom resultado, um bom trabalho de equipa com uma boa táctica, apesar das condições não terem sido estáveis. Mesmo as melhores equipas, como a Telefonica, podem perder regatas, mas sabemos que o nível é muito alto e a VOR é uma regata muito longa. Neste momento, estamos com uma boa dinâmica, mas como é óbvio é muito difícil dizer quem vai perder ou ganhar as próximas etapas.”
A tripulação francesa prepara-se para, mais uma vez, medir forças com os outros cinco veleiros adversários. A terceira etapa do VOR começa já este sábado, partindo de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) rumo a Sanya (China) – 4,600 milhas – estando prevista a chegada para dia 4 de Fevereiro.
Actualmente o veleiro francês encontra-se em terceiro lugar na classificação geral da competição e larga o porto de Abu Dhabi com ambição de ganhar o próximo desafio.
“À medida que o tempo vai passando, temos vindo a cometer menos erros porque conhecemos melhor o nosso veleiro e até mesmo os nossos adversários. A nossa ambição está a crescer a passos largos com cada regata…” explica o Skipper do Groupama 4, Franck Cammas.
Classificação da Regata “In-Port”:
1. Abu Dhabi Ocean Racing - 6 pontos
2. Groupama sailing team - 5 pontos
3. CAMPER with Emirates Team New Zealand - 4 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG - 3 pontos
5. Team Telefonica – 2 pontos
6. Team Sanya - DNS
Classificação geral:
1. Team Telefonica – 68 pontos
2. CAMPER with Emirates Team New Zealand – 62 pontos
3. Groupama sailing team – 47 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG – 31 pontos
5. Abu Dhabi Ocean Racing – 25 pontos
6. Team Sanya – 4 pontos
2. Groupama sailing team - 5 pontos
3. CAMPER with Emirates Team New Zealand - 4 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG - 3 pontos
5. Team Telefonica – 2 pontos
6. Team Sanya - DNS
Classificação geral:
1. Team Telefonica – 68 pontos
2. CAMPER with Emirates Team New Zealand – 62 pontos
3. Groupama sailing team – 47 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG – 31 pontos
5. Abu Dhabi Ocean Racing – 25 pontos
6. Team Sanya – 4 pontos
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12
Regata “In-Port” discute-se esta sexta-feira
Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
Depois da vitória na etapa Sharjah – Abu Dhabi, Franck Cammas e o Groupama 4 já preparam o regresso ao mar e à Volvo Ocean Race. Esta sexta-feira discute-se a Regata “In Port” antes da partida para a terceira etapa da competição entre Abu Dhabi (EAU) e Sanya (China).
O veleiro francês é actualmente terceiro da geral da Volvo Ocean Race e parte para mais um desafio com muita ambição. A última semana foi de trabalho árduo para a equipa de terra da Groupama sailing team de forma a que, no mar, se retire todo o potencial da embarcação.
Durante a Volvo Ocean Race são apenas permitidas 17 velas a bordo Na gestão do departamento de velas, Laurent Pagès, estuda quais os momentos mais oportunos para a adição ou mudança do material. Deste modo, em Abu Dhabi, a Groupama sailing team recebeu uma nova vela que foi encomendada na Cidade do Cabo, consequência de observações feitas ao longo da primeira etapa da Volvo Ocean Race.
Gautier Sergent, um engenheiro da empresa “North Sails” e que faz parte da Groupama sailing team, explica a decisão de juntar mais uma vela ao Groupama 4:
“Identificámos alguns pontos fracos nas primeiras duas etapas: tínhamos algumas dificuldades com ventos fracos. Agora, uma das poucas coisas que podemos modificar no Groupama 4 é o número de velas. Tomámos a decisão de juntar mais uma vela, uma A0, na Cidade do Cabo, para compensar a nossa fraqueza.”
Classificação geral depois da segunda etapa
1-Telefonica (Iker Martinez) 66 pontos = 1+30+6+24+5
2-Camper (Chris Nicholson) 58 pontos = 4+25+5+20+4
3-Groupama 4 (Franck Cammas) 42 pontos = 2+20+2+12+6
4-Puma (Ken Read) 28 pontos = 5+0+4+16+3
5-Abu Dhabi (Ian Walker) 19 pontos = 6+0+3+8+2
6-Sanya (Mike Sanderson) 4 pontos: 3+0+1+suspended racing
"Um Veleiro, uma Equipa, um Mundo para conquistar"
The Volvo Ocean Race
A Volvo Ocean Race é a mais antiga e conhecida regata à volta do Mundo, com escalas, e que se realiza de três em três anos. Uma prova de coragem excepcional de vela e de esforço humano, que foi desenhada sobre o espírito dos grandes marinheiros - os homens destemidos que navegaram os oceanos do mundo a bordo de veleiros há mais de um século.
Durante os oito meses da Volvo Ocean Race 2011/12 - que começou em Alicante (Espanha) em Outubro de 2011 e termina em Galway (Irlanda) no início de Julho de 2012, as equipas vão percorrer mais de 39.000 milhas náuticas dos mares mais traiçoeiros do mundo passando por Cape Town, Abu Dhabi, Sanya, Auckland, Cabo Horn, Itajaí, Miami, Lisboa e Lorient.
Sobre Groupama Seguros
O Groupama 4, armado pelo Grupo do mesmo nome, tem como skipper Franck Cammas, parceiro do Grupo. Através desta colaboração que já vai há 14 anos, Groupama e os seus 16 milhões de Clientes espelhados em 14 países, associa-se a um projecto que combina trabalho de equipa e tecnologia para um desempenho de alto nível à volta do mundo. O desafio na Volvo Ocean Race levará Franck Cammas e o Groupama Sailing Team a Lisboa em Maio de 2012 onde a Groupama Seguros, filial do Grupo, terá a honra de o receber.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Cinco medalhas para os judocas da EJAH
Os judocas da Escola de Judo Ana Hormigo (EJAH) iniciaram o ano com o pé direito ao conquistarem cinco medalhas em Góis, no passado domingo.
Góis foi palco do Open de Coimbra Juniores (sub 19 anos) e Juvenis II (sub 15 anos) que se realizou no passado dia 8 de Janeiro e teve a participação de centenas de judocas de vários pontos do país.
A Escola da olímpica Ana Hormigo deslocou-se a Góis com o objectivo de pontuar para o ranking nacional de juniores com a participação de Mariana Milheiro nos -70 Kg e Luís Filipe Marques nos -60 Kg. Outro dos objectivos da deslocação a Góis era dar rodagem competitiva aos atletas juvenis Inês Ascensão -52 Kg, Ihor Kurcherha, -46 Kg e Ovidiu Bejan -50 Kg, que estão a preparar a sua participação no campeonato nacional.
A judoca júnior Mariana Milheiro -70 Kg e a juvenil Inês Ascensão -52 Kg estiveram em grande destaque e evidência, vencendo todos os seus combates ao longo da competição conseguindo assim o lugar mais alto do pódio, o 1º lugar destas duas atletas foi a recompensa por todo o trabalho realizado ao longo da competição.
Por outro lado Ihor Kurcherha -46 Kg conseguiu um brilhante 2º lugar e Ovidiu Bejan -50 Kg alcançou a medalha de bronze merecendo assim um excelente 3º lugar. Luís Filipe Marques não conseguiu alcançar qualquer resultado, apesar de ter ganho um dos três encontros realizados na sua poule.
No próximo fim de semana a Escola de Judo Ana Hormigo desloca-se novamente a Góis, desta vez para participar no Open de Coimbra Sub 23 e Cadetes (sub 17 anos).
A Escola da olímpica Ana Hormigo deslocou-se a Góis com o objectivo de pontuar para o ranking nacional de juniores com a participação de Mariana Milheiro nos -70 Kg e Luís Filipe Marques nos -60 Kg. Outro dos objectivos da deslocação a Góis era dar rodagem competitiva aos atletas juvenis Inês Ascensão -52 Kg, Ihor Kurcherha, -46 Kg e Ovidiu Bejan -50 Kg, que estão a preparar a sua participação no campeonato nacional.
A judoca júnior Mariana Milheiro -70 Kg e a juvenil Inês Ascensão -52 Kg estiveram em grande destaque e evidência, vencendo todos os seus combates ao longo da competição conseguindo assim o lugar mais alto do pódio, o 1º lugar destas duas atletas foi a recompensa por todo o trabalho realizado ao longo da competição.
Por outro lado Ihor Kurcherha -46 Kg conseguiu um brilhante 2º lugar e Ovidiu Bejan -50 Kg alcançou a medalha de bronze merecendo assim um excelente 3º lugar. Luís Filipe Marques não conseguiu alcançar qualquer resultado, apesar de ter ganho um dos três encontros realizados na sua poule.
No próximo fim de semana a Escola de Judo Ana Hormigo desloca-se novamente a Góis, desta vez para participar no Open de Coimbra Sub 23 e Cadetes (sub 17 anos).
Tiago Monteiro "...podemos fazer melhor mas eu dei o meu melhor..."
Tiago Monteiro teve em 2011 uma das suas melhores épocas no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC) mesmo contra todas as adversidades. O piloto português faz uma retrospectiva do ano em entrevista.
O que é que esperava da época de 2011 sabendo que se estava num processo de mudança?
Sabíamos que o contexto seria diferente, com muitas incertezas, mas ainda assim com esperança de conseguir bons resultados apesar de a meio da época termos um novo motor. Estávamos 100% motivados pois o nosso objectivo era atacar o máximo como sempre.
A transição de equipa oficial para a Sun-Red decorreu facilmente?
Sim, claro. Isto porque se mantiveram as mesmas pessoas. A maior parte dos engenheiros e mecânicos acompanharam os pilotos. Mas tivemos que nos adaptar pois passámos a ter menos pessoas para analisar a informações no terreno. Menos pessoas, significa mais trabalho. Cada um de nós passou a trabalhar a mais.
Alterou a sua forma de agir tendo em conta que chegar à vitória passou a ser uma tarefa muito complicada?
Não propriamente pois sabíamos que podíamos chegar ao pódio, a quarto ou quinto lugares. Era esse o nosso objectivo. Para atingir qualquer objectivo tem que se atacar. A nossa postura técnica não se alterou mas tivemos que percorrer um caminho duro para atingirmos os nossos objectivos. Corremos riscos e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.
Qual a sua opinião sobre o sistema de qualificação ao longo do ano, que invertia os 10 melhores para a grelha de partida da segunda corrida?
Foi um sistema muito criticado desde início, mas ao mesmo tempo temos de reconhecer que não havia uma solução miraculosa na configuração do campeonato em 2011. Apesar de desportivamente o sistema não ter lógica, a realidade é que se assim não fosse, teríamos tido sistematicamente os três Chevrolet na frente. Em determinadas alturas beneficiámos deste sistema outras vezes acabámos por ficar fora do top 10. Estávamos sempre a brincar com o fogo. Foi exactamente o que me aconteceu em Macau mas também estive várias vezes na frente ao saber jogar este jogo.
A meio da temporada estava na quarta posição do Campeonato com 101 pontos e na segunda metade apenas amealhou 16 pontos. O que aconteceu?
Foi o meu melhor início de época desde que entrei no WTCC. Mas infelizmente, depois da corrida do Porto os azares começaram a aparecer. Problemas técnicos e mecânicos arruinaram alguns fins-de-semana de corridas. Para além disso tive um acidente no Japão e um furo na China. No entanto em termos de performance fui melhorando significativamente se compararmos com o Tarquini que era o Campeão do Mundo. No final fui o piloto mais rápido da SEAT Sun-Red. Mas por vezes estamos no lugar errado à hora errada e eu acabei por perder demasiados pontos na segunda metade da temporada.
Olhando para trás, acha que foi o novo motor a causa de tudo isto?
Em parte sim, mas não tínhamos escolha, uma vez que fazia parte das regulamentações. Foi um motor que entrou em pista depois de apenas o testarmos durante 2 dias e como tal não podíamos esperar milagres. À parte disso, o trabalho feito pela Sun-Red foi notável. Apesar de não estar ao nível dos Chevrolet ou BMW, tinha um grande potencial.
No geral, foi o melhor piloto SEAT em termos de performance. Satisfação ou frustração por não ter tido oportunidade de lutar com os Chevrolet?
Satisfação, claro. Não me posso queixar. Ainda podemos fazer melhor mas eu dei o meu melhor e estava bem colocado em termos de performance. Cada ano que passa é melhor que o anterior.O Muller e o Huff estão há muitos anos neste Campeonato e continuam a melhorar. É um Campeonato onde a experiência conta e para se ser campeão tudo tem que estar em sintonia.
Em Macau, era o piloto mais rápido logo após os Chevrolets nos treinos livres...
Essa foi a minha maior frustração, pois também estava muito mais rápido que os meus companheiros de equipa. Mas na qualificação estava em 9º ou 10º e acabei por ficar fora dos 10 melhores devido a uma bandeira amarela. Toda a nossa estratégia foi para o espaço. Podemos lamentar o que aconteceu depois mas devemos saber medir os riscos na altura. Não estava longe da 'pole' e acredito que poderíamos ter discutido a vitória.
Sabíamos que o contexto seria diferente, com muitas incertezas, mas ainda assim com esperança de conseguir bons resultados apesar de a meio da época termos um novo motor. Estávamos 100% motivados pois o nosso objectivo era atacar o máximo como sempre.
A transição de equipa oficial para a Sun-Red decorreu facilmente?
Sim, claro. Isto porque se mantiveram as mesmas pessoas. A maior parte dos engenheiros e mecânicos acompanharam os pilotos. Mas tivemos que nos adaptar pois passámos a ter menos pessoas para analisar a informações no terreno. Menos pessoas, significa mais trabalho. Cada um de nós passou a trabalhar a mais.
Alterou a sua forma de agir tendo em conta que chegar à vitória passou a ser uma tarefa muito complicada?
Não propriamente pois sabíamos que podíamos chegar ao pódio, a quarto ou quinto lugares. Era esse o nosso objectivo. Para atingir qualquer objectivo tem que se atacar. A nossa postura técnica não se alterou mas tivemos que percorrer um caminho duro para atingirmos os nossos objectivos. Corremos riscos e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.
Qual a sua opinião sobre o sistema de qualificação ao longo do ano, que invertia os 10 melhores para a grelha de partida da segunda corrida?
Foi um sistema muito criticado desde início, mas ao mesmo tempo temos de reconhecer que não havia uma solução miraculosa na configuração do campeonato em 2011. Apesar de desportivamente o sistema não ter lógica, a realidade é que se assim não fosse, teríamos tido sistematicamente os três Chevrolet na frente. Em determinadas alturas beneficiámos deste sistema outras vezes acabámos por ficar fora do top 10. Estávamos sempre a brincar com o fogo. Foi exactamente o que me aconteceu em Macau mas também estive várias vezes na frente ao saber jogar este jogo.
A meio da temporada estava na quarta posição do Campeonato com 101 pontos e na segunda metade apenas amealhou 16 pontos. O que aconteceu?
Foi o meu melhor início de época desde que entrei no WTCC. Mas infelizmente, depois da corrida do Porto os azares começaram a aparecer. Problemas técnicos e mecânicos arruinaram alguns fins-de-semana de corridas. Para além disso tive um acidente no Japão e um furo na China. No entanto em termos de performance fui melhorando significativamente se compararmos com o Tarquini que era o Campeão do Mundo. No final fui o piloto mais rápido da SEAT Sun-Red. Mas por vezes estamos no lugar errado à hora errada e eu acabei por perder demasiados pontos na segunda metade da temporada.
Olhando para trás, acha que foi o novo motor a causa de tudo isto?
Em parte sim, mas não tínhamos escolha, uma vez que fazia parte das regulamentações. Foi um motor que entrou em pista depois de apenas o testarmos durante 2 dias e como tal não podíamos esperar milagres. À parte disso, o trabalho feito pela Sun-Red foi notável. Apesar de não estar ao nível dos Chevrolet ou BMW, tinha um grande potencial.
No geral, foi o melhor piloto SEAT em termos de performance. Satisfação ou frustração por não ter tido oportunidade de lutar com os Chevrolet?
Satisfação, claro. Não me posso queixar. Ainda podemos fazer melhor mas eu dei o meu melhor e estava bem colocado em termos de performance. Cada ano que passa é melhor que o anterior.O Muller e o Huff estão há muitos anos neste Campeonato e continuam a melhorar. É um Campeonato onde a experiência conta e para se ser campeão tudo tem que estar em sintonia.
Em Macau, era o piloto mais rápido logo após os Chevrolets nos treinos livres...
Essa foi a minha maior frustração, pois também estava muito mais rápido que os meus companheiros de equipa. Mas na qualificação estava em 9º ou 10º e acabei por ficar fora dos 10 melhores devido a uma bandeira amarela. Toda a nossa estratégia foi para o espaço. Podemos lamentar o que aconteceu depois mas devemos saber medir os riscos na altura. Não estava longe da 'pole' e acredito que poderíamos ter discutido a vitória.
Como é que gere a sua actividade com a Ocean na GP2 Series sem que interfira com o seu percurso no WTCC?
Tenho que ser muito disciplinado. A GP2 não interfere na minha actividade como piloto no WTCC mas sim na minha vida familiar. Em vez de rumar a casa para estar com a minha familia após um fim-de-semana de corridas, volto à estrada para acompanhar a Ocean na GP2. A experiência num campeonato ajuda-me no outro e vice-versa.
Tenho que ser muito disciplinado. A GP2 não interfere na minha actividade como piloto no WTCC mas sim na minha vida familiar. Em vez de rumar a casa para estar com a minha familia após um fim-de-semana de corridas, volto à estrada para acompanhar a Ocean na GP2. A experiência num campeonato ajuda-me no outro e vice-versa.
Em 2011, participou ainda nas 24h de Le Mans no protótipo com 3.4 litros e um motor V8...
As condições apresentadas eram novas mas isso é exactamente o que eu gosto. Sempre gostei de novos desafios. Em 2010 participei no V8 Supercars na Austrália mas em 2011 havia um conflito de datas com o WTCC. O protótipo das 24h de Le Mans era muito rápido e remeteu-me para os monolugares. Adorei a sensação pois é um ritmo distinto. Foi muito importante em termos de actividade profissional. No WTCC os carros são fenomenais, não há tempo para nada ao volante. As travagens são muito fortes e o carro é extremamente agressivo nas curvas. Tem que se estar sempre muito atento.
O que é que 2012 reserva para o Tiago Monteiro?
Há vários projectos no horizonte, mas nada em concreto até ao momento. Assim que tudo estiver definido será obviamente divulgado. A todos um excelente 2012.
As condições apresentadas eram novas mas isso é exactamente o que eu gosto. Sempre gostei de novos desafios. Em 2010 participei no V8 Supercars na Austrália mas em 2011 havia um conflito de datas com o WTCC. O protótipo das 24h de Le Mans era muito rápido e remeteu-me para os monolugares. Adorei a sensação pois é um ritmo distinto. Foi muito importante em termos de actividade profissional. No WTCC os carros são fenomenais, não há tempo para nada ao volante. As travagens são muito fortes e o carro é extremamente agressivo nas curvas. Tem que se estar sempre muito atento.
O que é que 2012 reserva para o Tiago Monteiro?
Há vários projectos no horizonte, mas nada em concreto até ao momento. Assim que tudo estiver definido será obviamente divulgado. A todos um excelente 2012.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Vitória do Groupama 4 por 52 segundos
Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12 Etapa 2: Cidade do Cabo – Abu Dhabi
Franck Cammas, com o Groupama 4, venceu a etapa entre Sharjah e Abu Dhabi, contando com bons ventos ao longo de 98 milhas. Depois de um começo difícil, o Groupama sailing team conseguiu ultrapassar o líder espanhol Telefonica. O começo da fase final da segunda etapa contou com mares difíceis no Emirado Árabe de Sharjah: cerca de 20 nós de vento Oeste com ondas de três metros, rumando à primeira bóia que estava posicionada a 18 milhas da linha de largada. Os neozelandeses do Camper e os norte-americanos do Puma melhoraram a sua prestação à medida que se aproximavam do final, enquanto que os hispânicos no Telefonica e os franceses do Groupama 4 começaram por posicionar-se, estrategicamente, a favor das condições climatéricas. Os dois veleiros VO-70 tiveram que fazer duas manobras adicionais para conseguirem rondar a bóia, o mesmo acontecendo às equipas do Puma e Abu Dhabi.
Uma hora e vinte minutos depois da largada, os espanhóis a bordo do Telefonica foram os primeiros a rondar a última bóia deste percurso de 98 milhas, apesar do Groupama 4 estar a apenas 100 metros atrás. Foi por esta altura que os dois designs de Juan Kouyoumdjian conseguiram mostrar o que de facto valem sob ventos de 20 nós.
A liderança
Depois da manobra de içar o spinnaker(balão), Franck Cammas e a sua equipa conseguiram a liderança na regata e mantiveram-na até ao porto de Abu Dhabi. O sprint final foi extremamente competitivo, havendo apenas 52 segundos de separação entre o Groupama 4 e o Telefonica, depois de sete horas de regata. Este vitória para o veleiro francês não altera a hierarquia geral, mas demonstra o potencial de toda a tripulação. A equipa de terra tem agora oito dias para preparar o veleiro para a próxima regata “In-Port” de Abu-Dhabi, no dia 13 de Janeiro, para depois ser, novamente, novamente, para um porto secreto no Oceânico Índico, devido ao perigo de pirataria.
Franck Cammas, no final em Abu Dhabi:
"O Telefonica defendeu-se muito bem, fizeram de tudo para nos impedir de os ultrapassar. Tivemos uma última oportunidade muito boa porque conseguimos posicionar-nos a barlavento e graças a uma rajada de vento conseguimos a liderança. Eles têm uma óptima tripulação e um veleiro muito bom, ficámos realmente felizes por conseguir ultrapassá-los. Tenho que admitir que as condições também estavam óptimas para o Groupama 4, que é particularmente bom com aqueles ventos. Foi bom vingarmo-nos depois da primeira parte desta etapa, porque estávamos em primeiro lugar a certo ponto e ficámos frustrados quando não conseguimos manter a posição. É um dia fantástico para o Groupama sailing team e fez-nos muito bem à confiança. Pode não nos ter dado muitos pontos, mas a vitória é importante para a próxima etapa.”
Uma hora e vinte minutos depois da largada, os espanhóis a bordo do Telefonica foram os primeiros a rondar a última bóia deste percurso de 98 milhas, apesar do Groupama 4 estar a apenas 100 metros atrás. Foi por esta altura que os dois designs de Juan Kouyoumdjian conseguiram mostrar o que de facto valem sob ventos de 20 nós.
A liderança
Depois da manobra de içar o spinnaker(balão), Franck Cammas e a sua equipa conseguiram a liderança na regata e mantiveram-na até ao porto de Abu Dhabi. O sprint final foi extremamente competitivo, havendo apenas 52 segundos de separação entre o Groupama 4 e o Telefonica, depois de sete horas de regata. Este vitória para o veleiro francês não altera a hierarquia geral, mas demonstra o potencial de toda a tripulação. A equipa de terra tem agora oito dias para preparar o veleiro para a próxima regata “In-Port” de Abu-Dhabi, no dia 13 de Janeiro, para depois ser, novamente, novamente, para um porto secreto no Oceânico Índico, devido ao perigo de pirataria.
Franck Cammas, no final em Abu Dhabi:
"O Telefonica defendeu-se muito bem, fizeram de tudo para nos impedir de os ultrapassar. Tivemos uma última oportunidade muito boa porque conseguimos posicionar-nos a barlavento e graças a uma rajada de vento conseguimos a liderança. Eles têm uma óptima tripulação e um veleiro muito bom, ficámos realmente felizes por conseguir ultrapassá-los. Tenho que admitir que as condições também estavam óptimas para o Groupama 4, que é particularmente bom com aqueles ventos. Foi bom vingarmo-nos depois da primeira parte desta etapa, porque estávamos em primeiro lugar a certo ponto e ficámos frustrados quando não conseguimos manter a posição. É um dia fantástico para o Groupama sailing team e fez-nos muito bem à confiança. Pode não nos ter dado muitos pontos, mas a vitória é importante para a próxima etapa.”
Classificação da segunda parte da segunda etapa (Sharjah a Abu Dhabi: 98 milhas)
1-Groupama 4 (Franck Cammas) às 12h 22' 09
2-Telefonica (Iker Martinez) às 12h 23' 01
3-Camper (Chris Nicholson) às 12h 27' 48
4-Puma (Ken Read) às 12h 28' 38
5-Abu Dhabi (Ian Walker) às 12h 32' 21
DNS-Sanya (Mike Sanderson)
Classificação geral depois da segunda etapa
1-Telefonica (Iker Martinez) 66 pontos = 1+30+6+24+5
2-Camper (Chris Nicholson) 58 pontos = 4+25+5+20+4
3-Groupama 4 (Franck Cammas) 42 pontos = 2+20+2+12+6
4-Puma (Ken Read) 28 pontos = 5+0+4+16+3
5-Abu Dhabi (Ian Walker) 19 pontos = 6+0+3+8+2
6-Sanya (Mike Sanderson) 4 pontos: 3+0+1+suspended racing
1-Groupama 4 (Franck Cammas) às 12h 22' 09
2-Telefonica (Iker Martinez) às 12h 23' 01
3-Camper (Chris Nicholson) às 12h 27' 48
4-Puma (Ken Read) às 12h 28' 38
5-Abu Dhabi (Ian Walker) às 12h 32' 21
DNS-Sanya (Mike Sanderson)
Classificação geral depois da segunda etapa
1-Telefonica (Iker Martinez) 66 pontos = 1+30+6+24+5
2-Camper (Chris Nicholson) 58 pontos = 4+25+5+20+4
3-Groupama 4 (Franck Cammas) 42 pontos = 2+20+2+12+6
4-Puma (Ken Read) 28 pontos = 5+0+4+16+3
5-Abu Dhabi (Ian Walker) 19 pontos = 6+0+3+8+2
6-Sanya (Mike Sanderson) 4 pontos: 3+0+1+suspended racing
FEIRA PARA ‘VENDER’ MONTE VISION
PROJECTO “ESCALAR POR UMA CAUSA”
ATL DA GALIZA ORGANIZA FEIRA PARA ‘VENDER’ MONTE VISION
8 de Janeiro 2012, das 10h00 às 13h00
ATL da Galiza, Bairro Fim do Mundo, em São do Estoril
“Um metro… uma montanha de sorrisos”
No próximo domingo, 8 de Janeiro, vai decorrer entre as 10h00 e as 13h00, no ATL da Galiza (Bairro Fim do Mundo, em São João do Estoril) uma ‘Feira’ para promover a venda dos metros do Monte Vision, que o alpinista Ângelo Felgueiras se prepara para escalar, uma vez mais associado ao Projecto “Escalar por uma Causa”. 8 de Janeiro 2012, das 10h00 às 13h00
ATL da Galiza, Bairro Fim do Mundo, em São do Estoril
“Um metro… uma montanha de sorrisos”
Tal como nas duas escaladas anteriores, Ângelo Felgueiras apoia novamente uma causa social com o objectivo de ‘vender’ cada metro de ascensão por um euro, para ajudar instituições de solidariedade. Desta vez o desafio, ao qual se juntaram novamente a GROUPAMA Seguros (parceiro desde 2007) e a Fundação EDP (vai contribuir com um euro por cada euro angariado), é apoiar o projecto Escolinha de Rugby da Damaia, no Bairro 6 de Maio. Em 2007, o Comandante da TAP apoiou a Associação do Moinho da Juventude, na Cova da Moura e, em 2010, a Escolinha de Rugby do ATL da Galiza, do Bairro do Fim do Mundo, em S. João do Estoril.
Escola de Judo Ana Hormigo realizou o tradicional Kangeiko
Como tem sido hábito ano após ano, a primeira actividade do calendário da Escola de Judo Ana Hormigo é o tradicional Kangeiko, realizado no mês de Janeiro e com o seu início de madrugada, tem como objectivo treinar a componente técnica e a luta no solo (Newaza).
Depois de ter terminado o seu plano de actividades de 2011 com o estágio de final de Ano, que decorreu em Castelo Branco e Alcains, a Escola de Judo Ana Hormigo realizou entre os dias 2 e 6 de Janeiro o seu Kangeiko 2012.
Os atletas começaram bem cedo os seus treinos, das 7 às 8 horas na sala de Judo Prof. António Matias em Castelo Branco, alguns dos alunos mais velhos e experientes deste projecto realizaram de forma incansável os treinos leccionados pela olímpica Ana Hormigo.
O primeiro treino do ano teve uma celebração com sabor especial, todos os participantes puderam no final deliciar-se com um saboroso e apetitoso pequeno almoço, Sushi e chá verde, festejando e recriando assim esta tradição japonesa.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
O regresso à segunda etapa
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| © Ian Roman / Volvo Ocean Race |
Organização da Volvo Ocean Race obrigada a alterar rota
O perigo de ataques piratas ao largo da Somália obrigou a organização da Volvo Ocean Race 2011/12 a alterar a rota da maior regata de circum-navegação à vela. Os veleiros participantes na prova foram embarcados em contentores e levados até outro porto nos Emirados Árabes Unidos, ao qual só a organização e tripulantes tinham acesso.
A interrupção da regata entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi, para evitar a zona de piratas do Oceano Índico, permitiu aos velejadores e às suas equipas de costa aproveitar alguns dias de descanso e passar o ano novo ao compasso da música de Coldplay. Excursões com as famílias para conhecer o emirado e a sua paisagem desértica também deram cor e vida à Volvo Ocean Race.
“Estamos mesmo a conhecer o mundo inteiro. Descobrimos novas culturas e novas paisagens. Eu participei numa excursão até ao deserto e foi incrível”, admitiu, entusiasmado, o skipper do Groupama 4, Franck Cammas.
Depois dos dias de descanso, ontem foi dia de voltar à village da Volvo Ocean Race para preparar a chegada do veleiro Groupama 4. O navio de transporte do Groupama 4 chegou a Sharjah, enquanto os restantes veleiros são esperados durante o dia de hoje.
O começo da segunda parte da segunda etapa entre a Cidade do Cabo e Abu-Dhabi começa já amanhã, dia 4 de Janeiro, na costa de Sharjah.
"Um Veleiro, uma Equipa, um Mundo para conquistar"
The Volvo Ocean Race
A Volvo Ocean Race é a mais antiga e conhecida regata à volta do Mundo, com escalas, e que se realiza de três em três anos. Uma prova de coragem excepcional de vela e de esforço humano, que foi desenhada sobre o espírito dos grandes marinheiros - os homens destemidos que navegaram os oceanos do mundo a bordo de veleiros há mais de um século.Durante os oito meses da Volvo Ocean Race 2011/12 - que começou em Alicante (Espanha) em Outubro de 2011 e termina em Galway (Irlanda) no início de Julho de 2012, as equipas vão percorrer mais de 39.000 milhas náuticas dos mares mais traiçoeiros do mundo passando por Cape Town, Abu Dhabi, Sanya, Auckland, Cabo Horn, Itajaí, Miami, Lisboa e Lorient.
Ângelo Felgueiras abraça “Expedição Científica”
“Escalar por uma causa” – Um metro, um euro!
Alpinista português começa escalada ao Monte Vinson
Alpinista português começa escalada ao Monte Vinson
O alpinista Ângelo Felgueiras já está na Antártida onde procura alcançar o cume do Monte Vinson. Esta escalada é o último desafio do Comandante da TAP para completar os Seven Summits – a montanha mais alta de cada um dos continentes. Para além desta meta, Ângelo Felgueiras integra uma Expedição Cientifica de Geógrafos brasileiros e Cientistas portugueses. “Foi-me pedido para fazer uma recolha de solo de superfície e trazer as respetivas amostras. Esta minha expedição, para além dos objectivo Seven Summits, passou a ser também científica”, explica o alpinista luso.
À chegada ao campo base a imagem não podia ser melhor. “É a paisagem mais espectacular que vi em toda a minha vida”, diz Ângelo Felgueiras ao mesmo tempo que se congratula por não haver poluição naquele pedaço de Mundo.
Campo Base na Antártida com Sol…à meia-noite! © angelofelgueiras.com
Tal como nas duas escaladas anteriores, Ângelo Felgueiras apoia novamente uma causa social com o objetivo de ‘vender’ cada metro de ascensão por um euro, para ajudar instituições de solidariedade. Desta vez o desafio, ao qual se juntaram novamente a GROUPAMA Seguros (parceiro desde 2007) e a Fundação EDP (vai contribuir com um euro por cada euro angariado), é apoiar o projeto Escolinha de Rugby da Damaia.
Apoie esta causa e seja solidário! Junte-se a Ângelo Felgueiras na escalada ao Monte Vinson!
Faça já o seu donativo na conta 0007 0000 0040 7275 93823 - Um metro, um euro… Uma Montanha de Sorrisos
domingo, 1 de janeiro de 2012
Bom início na primeira etapa do Dakar
Delta Q – Monster Energy X-raid Team
Teve início hoje mais uma edição do Dakar que este ano arrancou da Argentina e terá o seu término no Perú passando pelo Chile. A primeira etapa que ligou Mar Del Plata a Santa Rosa de la Pampa foi composta por 763 quilómetros de ligação e 57 quilómetros contra o cronómetro disputados nas pequenas dunas de Mar del Plata.
Os pilotos da Delta Q – Monster Energy X-raid Team ao volante dos MINI All4 Racing estiveram em bom plano com a dupla Stephane Peterhansel/ Jean Paul Cottret a registar o terceiro lugar, Ricardo Leal dos Santos/Paulo Fiúza no 10º posto e Nani Roma/Michel Perin no 13º lugar. No primeiro lugar ficou outro MINI, do russo Leonid Novitskiy.
Nesta primeira etapa a cautela foi a palavra de ordem no seio da Delta Q – Monster Energy X-raid Team que amanhã ligará Santa Rosa de la Pampa e San Rafael e terá 290 quilómetros a contra relógio. Todos os MINI All4 Racing não apresentam qualquer problema mecânico e estão preparados para amanhã.
Resultados da 1ª Etapa:
1º Leonid Novitskiy/Schulz – MINI com 32m12s
2º Holowczyc/Fortin – MINI a 0.05s
3º Peterhansel/Cottrer – MINI a 0.15s
(…)
10º Leal dos Santos/Fiuza – MINI a 2m13s
(…)
13º Roma/Perin – MINI a 2m20s
Delta Q - Monster Energy X-raid Team pronta para o início do Dakar
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| Delta Q - Monster Energy X-Raid Team / DR |
Todos os MINI All4 Racing efectuaram as verificações técnicas
Arranca amanhã, no dia de Ano Novo mais um edição do Dakar que vai levar os pilotos da Delta Q - Monster Energy X-Raid Team desde a Argentina até ao Peru passando pelo Chile. Desde o dia 30 de Dezembro que as 96 pessoas que compõem a estrutura, estão em Mar del Plata a 500 quilómetros a sul da capital da Argentina, Buenos Aires, prontas para dar início à grande maratona. Desde que a caravana do Dakar começou a ser montada que os argentinos demonstraram o seu entusiasmo pelos desportos motorizados invadindo os locais de assistência, o Dakar Village e as verificações.
A prova arranca para a primeira etapa amanhã, 1 de Janeiro e terá o seu término 8.000 quilómetros depois a 15 de Janeiro em Lima, a capital do Peru. O dia de descanso acontece a 8 de Janeiro em Copiapo, Chile.
Para os pilotos da equipa que tem as cores da marca portuguesa Delta Q, Stephane Peterhansel, Nani Roma e Ricardo Leal dos Santos está tudo apostos para a aventura: “Fizemos um ‘shake-down’ ontem aos MINI que correu bastante bem e hoje tiveram lugar as verificações técnicas. Estes dias têm sido de uma enorme festa mas também de muita azáfama para toda a equipa. Estamos apostos para o arranque e para lutar pela vitória”, disseram os três pilotos que compõem a Delta Q - Monster Energy X-raid Team.
Alguns números:
- 96 pessoas integram a estrutura da equipa;
- No total a estrutura tem 5 MINI All4 Racing e 3 BMW X3 CC em competição;
- A assistência da equipa é composta por 10 camiões de apoio;
- 8 BMW X5 e 2 BMW X6 são os carros que levam a restante equipa de bivouac em bivouac;
- A bordo a equipa tem 11.000 refeições preparadas para garantir a alimentação de todos os mecânicos ao longo da prova;
- Todos os camiões têm 500 sacos de lixo para cumprir todas as normas da organização no que diz respeito aos desperdícios;
- A equipa trouxe para a prova mais de 500 pneus rodas
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Encontro e Convívio Distrital de Jovens do Natal
No Encontro e Convívio Distrital de Jovens do Natal realizado da parte da manhã no passado fim de semana, os jovens judocas CCD Pragal marcaram presença em grande número.
Depois na parte da tarde no Torneio Memorial Mestre Joaquim Barata, os Juvenis Pragalenses estiveram presentes e alguns alcançaram medalhas. Afonso Santos foi 1º classificada em -60KG e Carolina Trindade 3º classificada em -40KG.
Depois na parte da tarde no Torneio Memorial Mestre Joaquim Barata, os Juvenis Pragalenses estiveram presentes e alguns alcançaram medalhas. Afonso Santos foi 1º classificada em -60KG e Carolina Trindade 3º classificada em -40KG.
= " =
No próximo fim de semana vai participar na TAÇA DE ESPANHA DE CADETES DE PAMPLONA, o jovem Afonso Santos, acompanhado do Mestre Nelson Trindade, que irão tentar o êxito alcançado em Avilles no mês de Outubro onde o jovem ainda juvenil alcançou brilhantemente o 5º Lugar numa Taça de Cadetes de Espanha.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Alpinista termina fase de treino antes da subida ao Vinson
Projecto “Escalar por uma causa”
“Um metro… uma montanha de sorrisos”
O Alpinista Ângelo Felgueiras terminou a sua fase de treino, ao escalar o Aconcágua, para de seguida desfrutar da companhia da família, antes de iniciar o desafio Vinson.
Tal como nas duas escaladas anteriores, o Comandante da TAP, apoia novamente uma causa social com o objectivo de ‘vender’ cada metro de ascensão por um euro, para ajudar instituições de solidariedade: Associação do Moinho da Juventude, na Cova da Moura, Amadora (2007) e Escolinha de Rugby do ATL da Galiza, do Bairro do Fim do Mundo, em S. João do Estoril (2010).
Desta vez o desafio, ao qual se juntaram novamente a GROUPAMA Seguros (parceiro desde 2007) e a Fundação EDP (vai contribuir com um euro por cada euro associado), é apoiar o projecto Escolinha de Rugby da Damaia.
No sétimo dia de treino, Ângelo juntou-se a uma outra expedição, de 11 alpinistas, saíram para o cume às 5h30, unindo esforços para abrir caminho na neve, a temperatura rondava os dez graus negativos, e não havia vento.
Durante o percurso um elemento da expedição escapou à morte, ao vencer uma edema pulmonar severa. “Salvou-se graças a ajuda do seu guia que promoveu uma rápida evacuação de helicóptero”, desabafa Ângelo.
Após uma segunda paragem, em Independência, a 6400 metros, o alpinista Ângelo e a sua expedição começaram a ver “a sombra do Aconcágua projectada no horizonte. As montanhas à volta mudam de cor a cada segundo”.
Durante a grande travessia até Canaleta, os alpinistas colocaram os “crampons” (conjunto de picos/pontas destinados a serem presos à sola da bota do alpinista para permitir a sua progressão), na esperança de apanharem neve mais dura. Esta zona é recordada pelo Ângelo, como uma zona bastante ventosa “Uma das recordações que tenho da expedição de 2004 é das fitas da mochila a sacudirem, e por vezes, a baterem-me cortantemente na face.”
Após algumas horas, chegaram finalmente a Cueva, inicio da Canaleta e última paragem antes do Cume. Aqui colocaram os capacetes: “Para proteger de eventuais quedas de pedras, provocadas pelo vento ou por outro alpinistas.”
A 6800 metros de altitude, a 162 metros do cume decidiram voltar para trás, terminando assim a expedição, que parecia já tão perto, mas tão distante em tempo e esforço. Ângelo Felgueiras desabafa: “Aqui tive um misto de emoções, lamento muito que não tenhamos feito o cume, apesar de o merecermos. Esta subida e descida foram mais duras do que outras que já fiz com mais sucesso. Por outro lado, sempre prometi à minha família que nunca me colocaria conscientemente em perigo. Nunca tinha tido oportunidade de o demonstrar até aquele momento. Mesmo sentindo-me capaz, não sei qual teria sido o resultado de uma teimosia imprudente.”
Ângelo Felgueiras não hesitou em falar da Groupama Seguros, que o apoia desde 2007, e “é o melhor sponsor do mundo”, palavras do alpinista.
A descida demorou três horas até Cólera e o estado colectivo da equipa demonstrou quão foi acertada a decisão de voltar para trás. No dia seguinte, após uma noite de descanso, foram até Plaza de Mula, onde o Ângelo vai descansar junto da sua família, antes de iniciar a escalada até Vinson, e desta forma, terminar, esta aventura dos Sevens Summits.
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