terça-feira, 24 de janeiro de 2012

2ª Experiência de Andebol para a Deficiência Intelectual


2ª Experiência de Andebol para a Deficiência Intelectual
Matosinhos acolhe actividade de andebol para a deficiência intelectual


A cidade de Matosinhos acolhe o ANDDIball Project 2012 – 2º Encontro Experimental de Andebol para a Deficiência Intelectual, no próximo sábado dia 28 de Janeiro pelas 10:00h no Pavilhão Municipal do Padrão da Légua.

A iniciativa é da ANDDI-Portugal e da Handball Project – Associação para a Promoção e Desenvolvimento do Andebol e conta com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, do Padroense Futebol Clube, da Associação de Andebol do Porto e da Federação de Andebol de Portugal.
Tal como no 1º Encontro que decorreu no passado mês de outubro no Colégio de Gaia, faz parte do programa a realização de skills motores, torneio de 7 metros e jogos integrados com jogadores federados do Padroense F.C. (masculinos), do CALE – Clube de Andebol de Leça (femininos) e praticantes do desporto adaptado do F.C.Porto, Clube APPACDM de Gaia, CARPD-Touguinha da Santa da Misericórdia de Vila do Conde e da instituição local APPACDM-Matosinhos, num total de 60 participantes.
O 2º Encontro Experimental de Andebol para Deficiência Intelectual servirá ainda de palco para a assinatura do protocolo de cooperação entre a ANDDI-Portugal e a Federação de Andebol de Portugal (FAP), no âmbito do programa “Andebol 4 All”, com as presenças dos presidentes Henrique Torrinha (FAP) e João Pardal (ANDDI-Portugal), bem como do Vereador da C.M. Matosinhos Dr. José Guilherme Aguiar.


Fonte : AnaLima Comunicação.

III Edição da Liga Portuguesa de Futebol Americano


               Fotografia de : © JCSERV / JCMYRO 2012

III Edição da Liga Portuguesa de Futebol Americano

Renegades @ Crusaders (6-14)
Realizou-se hoje, o jogo da III Liga Portuguesa de Futebol Americano, entre as equipas dos Crusaders e dos Porto Renegades, no Complexo Desportivo do Estádio Nacional no Jamor, Oeiras.
Num dia de céu azul, com sol mas algum frio este foi o tempo que Crusaders e Porto Renegades iniciaram a sua participação na III LPFA. O jogo foi equilibrado durante maior parte do tempo mas com um pendor mais eficaz por parte dos Crusaders que venceram a equipa do Porto por 14-6, resultado feito na primeira parte.
A assistência presente viu um jogo com boas jogadas de corrida e com jogadas com passes aéreos muito bem feitos com foi o caso do Touch Down (TD) dos Porto Renegades, jogo marcado pela melhor prestação dos sectores defensivos das equipas.
O Calendário da 3ª edição da LPFA, tem agendado para o próximo fim de semana a entrada em jogo da equipa dos Black Towers, de Espanha - equipa que participou na época transacta na prova portuguesa – com a visita aos estreantes na prova os Candal Kings.

Abertura do ano de competições

Abertura do ano de competições
DR / FP Esgrima

Realizou-se este fim-de-semana, no estádio universitário de Lisboa, a primeira competição do ano.

No domingo de manhã teve lugar a competição de espada masculina, Taça Moreira Freire, os finalistas da competição foram João Cordeiro do Clube Atlântico de Esgrima (CAE), Pedro Arede (CAE), Joaquim Videira da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar (AAACM) e Vasco Lourenço do Circulo de Esgrima da Escola Secundária da Amadora (CESA). Na primeira semi-final Cordeiro venceu o seu colega de equipa por 14-13, e na outra semi-final, Lourenço venceu Videira por 15-12. Já na final Cordeiro venceu Lourenço por 15-11, vencendo definitivamente a taça Moreira Freire.

Na arma de espada feminina, na primeira meia-final encontraram-se Sara Fernandes (AAACM) e Catarina Carvalho (AAACM), e venceu Fernandes por 15-14. Na outra semi-final Alexandra Coelho do Clube de Esgrima de Sintra (CES) venceu Sofia Pereira do Ginásio Clube Português (GCP) por 15-11. Na final Coelho venceu Fernandes por 15-9.

Na parte da tarde estiveram em acção os atletas do florete e do sabre, na vertente feminina de florete, as finalistas foram Débora Nogueira (GCP), Ana Conceição da Academia de Esgrima João Gomes (AEJG), Sofia Gouveia do Sport Club do Porto (SCP) e Vera Oliveira da Novasemente Grupo Desportivo (NGD). Nogueira bateu Conceição por 15-5 e Oliveira venceu Gouveia por 13-10. Na final Nogueira venceu Oliveira por 15-4.

Na arma de florete masculino, na primeira semi-final defrontaram-se Frederico Barata (AEJG) e Gael Santos da Escola Desportiva de Viana (EDV), Santos venceu por 15-14. Na segunda semi-final António Silva (AEJG) venceu Álvaro Noite Clube Desportivo Recreativo Santanense (CDRS) por 15-12. Na final Santos venceu Silva por 15-9.

Na arma de sabre masculino, na primeira semi-final encontraram-se GNANDT Csaba do Colégio Ramalhão e Luís Dias da Associação Bussola (Bussola), Dias ganhou por 15-13. Na outra semi-final Diogo Alves (AEJG) venceu José Pedro da Escola Básica Alberto Iria (EBAI) por 15-11. Na final Alves venceu Dias por 15-12.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Treino Mensal de Janeiro contou com 80 judocas

Aspecto da 3ª sessão

O primeiro Treino Mensal deste ano realizou-se no passado sábado (21de Janeiro) na sala de judo do Pavilhão Desportivo da Escola Secundária José Sanches em Alcains.

Dada a forte adesão dos alunos dos diversos núcleos da Escola de Judo Ana Hormigo (Associação Judo Clube União Albicastrense, Associação Judo Clube Alcainense, Projeto + do Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco e Jardim-Escola João de Deus de Castelo Branco) neste tipo de atividades, a equipa técnica decidiu dividir o Treino em 3 sessões pelos diversos escalões etários.

Cerca de 80 judocas a partir dos 6 anos de idade estiveram presentes nestas três sessões, de forma a treinar e conviver com atletas de outros núcleos.

Os judocas nascidos em 2001 e anos anteriores, treinaram aspetos técnico-táticos das 8h às 10h da manhã. O treino seguinte, das 10.30h às 11.30h, foi direcionado para os judocas nascidos em 2002 e 2003 que puderam recordar algumas técnicas de projeção e praticá-las em randori (luta). Os pequenos judocas nascidos em 2004 e 2005, treinaram na última sessão das 11.30 às 12.30h, onde puderam relembrar e aprender essencialmente técnicas no solo.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Calendário 2012 do Campeonato de Portugal de Circuitos e Iberian Supercars Trophy


Calendário 2012 
do Campeonato de Portugal de Circuitos e Iberian Supercars Trophy
A época 2012 do Campeonato de Portugal de Circuitos já tem o seu calendário definido. Seis jornadas duplas que passarão pelos três circuitos portugueses: Braga, Estoril e Portimão.
O arranque acontece a 17 e 18 de Março no Circuito de Braga e permanece a Norte na jornada seguinte a 5 e 6 de Maio. De 1 a 3 de Junho a caravana vem para o Estoril onde integrará a jornada do WTCC (Campeonato do Mundo de Carros de Turismo). Este evento consagrará o vencedor da Taça de Portugal de GT.
Antes do habitual interregno para as férias de Verão, altura para uma deslocação ao Algarve de 6 a 8 de Julho para se juntar ao FIA GT1 World Campionship que corre em Portimão na mesma data. Na rentrée, de 15 a 16 de Setembro e em conjunto com o Superstars Series, o Campeonato de Portugal de GT disputa a penúltima ronda ainda no Autódromo Internacional do Algarve, estando a derradeira jornada programada para os dias 6 e 7 de Outubro no Autódromo do Estoril.
O Iberian Supercars Trophy junta-se ao Campeonato de Portugal de Circuitos nas Jornadas do Estoril e Portimão e disputa mais dois fins-de-semana em Espanha, a 31 de Março e 1 de Abril em Navarra e a 7 e 28 de Outubro em Jarama.
Faltam menos de dois meses para o início do Campeonato e ultimam-se os preparativos para aquele que se quer um Campeonato de referência no panorama automobilístico nacional

Perigo de pirataria obriga a nova paragem da competição



© Yvan Zedda

Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12
Groupama 4 na terceira etapa da Volvo Ocean Race

Abu Dhabi – Sanya  - (Abu Dhabi – Malé/Malé – Sanya)

Depois do começo da terceira etapa da Volvo Ocean Race (Abu Dhabi – Sanya) que teve lugar no passado dia 13, as tripulações participantes na competição viram, mais uma vez, a etapa ser interrompida devido ao perigo de ataques piratas ao longo do percurso. Os veleiros foram transportados de Sharjah até Malé onde, na manhã deste domingo, dia 22, recomeçou a etapa que terminará em Sanya na China.

Depois de quatro dias de pausa enquanto esperavam a chegada do Groupama 4, os velejadores em terra, agora completamente recuperados, mostram-se prontos para a segunda parte da terceira etapa da Volvo Ocean Race (Abu Dhabi – Sanya). 
“Foi muito importante termos um intervalo de quatro dias nesta fase da competição porque não conseguiremos, de agora em diante, mais momentos como este: uma pausa como esta permite-nos recomeçar completamente motivados. O ritmo tem sido muito intenso desde Alicante, este intervalo deu-nos a oportunidade de recarregar baterias.”, comenta Franck Cammas.

A segunda parte da terceira etapa da Volvo Ocean Race, com um percurso de 3000 milhas entre Malé (Maldivas) e Sanya (China) espera-se que seja muito táctica. As tripulações participantes contam com várias mudanças climáticas, ventos instáveis, correntes marítimas imprevisíveis, zonas proibidas e condições conhecidas por causar estragos nos veleiros, tudo o que pode acontecer no mar do Sul da China.

“Estamos muito confiantes, o nosso veleiro está agora mais bem preparado para apanhar ventos fracos, no entanto as condições climáticas não vão permitir que haja grande distância entre as embarcações. Será uma etapa de táctica, onde haverá minimização de riscos porque sabemos que nos Estreitos de Malacca podemos contar com situações arriscadas. De qualquer maneira, tem havido uma preparação séria para esta etapa: tivemos a estudar a área, chegando mesmo a falar com velejadores que conhecem bem este percurso.”, explica o Navegador do Groupama 4, Jean-Luc Nélias.

Na manhã do começo da segunda parte da terceira etapa da Volvo Ocean Race, apenas se fez sentir uma leve brisa, com cerca de cinco nós, no porto de Malé (Maldivas). As tripulações tiveram que lutar contra o vento, ainda que fraco, nas 1,300 milhas até ao estreito de Malaca.

Com mares calmos, céu enevoado, uma brisa vinda de Este de 5-6 nós, a largada de Malé provou ser um pouco lenta, com navegação à vista entre os barcos, os neozelandeses do Camper, rapidamente, conseguiram a liderança da regata em direcção à Indonésia. Depois de seis horas a velejar, as seis tripulações conseguiam ainda ver-se entre si, com uma ligeira separação lateral. Os espanhóis no Telefonica e os americanos no Puma encontravam-se mais a Norte, enquanto que o Camper, o Groupama 4 e o Abu Dhabi continuavam juntos, distantes por apenas cem metros entre si. O veleiro Sanya, mais a Sul, ocupava o último lugar.

Depois de algumas horas de competição as condições mantiveram-se e o vento continuou a rondar os 12 nós. Os seis veleiros encontram-se, até ao momento, num percurso directo, apesar de que dentro de quatro dias será necessário sofrerem algumas alterações à medida que se aproximam de Pulau We, o extremo Noroeste de Sumatra. Neste começo da segunda parte da terceira etapa não têm existido muitas opções tácticas e por isso os veleiros mantêm-se muito próximos desde que largaram de Malé. De tal modo que a Groupama sailing team chega mesmo a adjectivar esta parte da regata como “monótona”, mas admitem esperar algumas mudanças assim que se aproximarem do Estreito de Malacca.

Esta segunda-feira já contou com algumas melhorias, embora a competição se mantenha semelhante ao dia de ontem. Apesar do vento se ter tornado mais favorável, a competição muito aproximada entre os seis veleiros continua. Posicionado no segundo lugar, atrás dos americanos do Puma, o Groupama 4 aproveitou a noite passada da melhor maneira possível, tendo conseguido ultrapassar os neozelandeses do Camper. De um modo geral, as tripulações continuam muito próximas, havendo apenas 5,6 milhas de separação entre a primeira e a última posições.

“Depois do episódio da pirataria estar, de uma vez por todas, para trás, voltámos à Volvo Ocean Race para a segunda parte da terceira etapa. Obviamente que ontem foi um dia muito ocupado, assim como é em todas as largadas, apesar de ter sido diferente das restantes. Não houve cerimónia, nem música, nem público, nem regata costeira... Apesar de termos acreditado por pouco tempo que algumas opções seriam feitas, chegámos à conclusão que o começo desta etapa está a ser realmente monótono, com todos os veleiros na mesma trajectória.” comenta o membro da Equipa Media do Groupama 4, Yann Riou. 
Classificação geral:
1. Team Telefonica – 68 pontos
2. CAMPER with Emirates Team New Zealand – 62 pontos
3. Groupama sailing team – 47 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG – 31 pontos
5. Abu Dhabi Ocean Racing – 25 pontos
6. Team Sanya – 4 pontos

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PROJECTO “ESCALAR POR UMA CAUSA”

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PROJECTO “ESCALAR POR UMA CAUSA”ÂNGELO FELGUEIRAS QUER ABRAÇAR MAIS DESAFIOS SOLIDÁRIOS

Seven Summits estão conquistados mas o alpinista promete mais aventuras, “Um metro… uma montanha de sorrisos”

O alpinista português Ângelo Felgueiras conquistou no dia 7 de Janeiro o Monte Vinson, na Antárctida. O comandante da TAP, que “embarca” em aventuras em nome de uma causa social, alcançou os 4897 metros do continente gelado e completou os Seven Summits – as sete montanhas mais altas de cada um dos sete continentes.  
“Esta montanha superou as minhas melhores expectativas. O local é de uma beleza imaculada. Como apanhei quase sempre bom tempo, só um dia mau e outro ‘assim assim’, desfrutei muito desta cordilheira e em vez de uma subi duas montanhas. O Vinson, que é a mais alta, e o Shin, que é a terceira mais alta. Neste caso julgo, mas não estou certo, que fui o primeiro português a subir o Shin” conta Ângelo Felgueiras.

Ao longo de mais uma aventura, que teve primeiro uma fase de treino no Aconcágua (América do Sul) e um Natal em família no Chile, o comandante da TAP ‘coleccionou’ histórias para mais tarde recordar. Aliás, aquela que era uma expedição recreativa transformou-se numa parceria científica luso-brasileira. “No avião para a Antárctica, conheci um brasileiro, o Prof. Carlos Schaefer, que pertence ao Instituto Nacional da Ciência e Tecnologia da Criosfera, que coordena o estudo sobre solos e termafrost, que me pediu para fazer uma recolha de solos, durante a subida” mas o alpinista português destaca ainda um aventureiro especial: “Conheci também um Australiano, Pat Palmer, que está a correr desde o Pólo Norte ao Pólo Sul, uma média de 90Km por dia, ininterruptamente. Isso é que é uma aventura”, diz com humor.

Apesar do balanço positivo, nem tudo correu da melhor forma. É certo que Ângelo Felgueiras “estava muito bem preparado do ponto de vista físico e técnico” mas o tempo podia não ter ajudado e até uma queda em que se viu envolvido podia ter sido pior.”Passei pela experiência de cair parcialmente numa crevasse ( fenda de gelo), o que é muito desagradável e estranho. As condições meteorológicas podiam ter-se complicado mas tudo acabou bem”, aponta.  
Já em Portugal, onde vai regressar aos comandos dos aviões da Transportadora Aérea Portuguesa, Ângelo Felgueiras continua a não conseguir descrever a paisagem fantástica que contemplou ao longo dos vários dias na Antárctida. “Só com fotos e mesmo assim não sei”, vai dizendo o aventureiro luso sobre aquela que apelidou de “paisagem imaculada” e com “zero de poluição”.

Com o pico do Monte Vinson atingido, Ângelo Felgueiras completou o circuito mundial a que se tinha proposto. Os Seven Summits já viram a bandeira lusa no topo mas há mais causas para apoiar. “Os sete estão terminados! Existem dois circuitos: um com o Kosiosko na Autrália e outro, mais difícil, com as Pirâmides de Carstenz, que foi o que eu fiz. Não sou um alpinista de raiz, sou mais um aventureiro que gosta de montanhas. Aventuras não faltam, causas para apoiar também não mas patrocínios procuram-se...”

Apoie esta causa e seja solidário!

Faça já o seu donativo na conta 0007 0000 0040 7275 93823

Um metro, um euro… Uma Montanha de Sorrisos

BTT - 5º Raid “À descoberta das Maravilhas do Sobral de Monte Agraço"



BTT
5º Raid “À descoberta das Maravilhas do Sobral de Monte Agraço"

LOCAL: Praça Dr. Eugénio Dias (coordenadas GPS 39.0106;-9.090) em Sobral de Monte Agraço
HORA: 9:30 horas
DATA: 22 de Janeiro
ASSUNTO: BTT - 5º Raid “À descoberta das Maravilhas do Sobral de Monte Agraço"

Realiza-se no próximo Domingo, dia 22 de Janeiro, o 5º Raid “À descoberta das Maravilhas do Sobral de Monte Agraço”. Esta prova, organizada pela Desafios CLub, uma associação sem fins lucrativos, conta este ano com um recorde de participantes: mais de 700 aficionados do BTT participam neste evento, que promove o desporto, o convívio e o gosto pela natureza. No final haverá um almoço convívio no Pavilhão Municipal do Soeirinho (coordenadas GPS 39.0177 ; -9.148479).

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

TAÇA PORTUGAL - CRAV vs CDUP


Jantar de Reis reúne família CRAV



Entrega de prémios foi o ponto alto da noite

O Jantar de Reis do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) aconteceu no passado dia 14 de janeiro, sábado, no restaurante Casa Real. Esta festa reuniu jogadores, treinadores, dirigentes, amigos e simpatizantes do clube.

O convívio revelou-se uma oportunidade para estreitar laços e divulgar algumas atividades desenvolvidas pelo CRAV. O clube aproveitou a ocasião para agradecer a todos os seus apoiantes e dirigiu um reconhecimento especial ao professor Carlos Costa, diretor do Agrupamento de Escolas de Valdevez, cuja colaboração tem sido extremamente indispensável para a divulgação da modalidade nas escolas. Foi destacado, igualmente, o empenho de Alexandre Outeiro no desenvolvimento do projeto CARM (Centro de Aperfeiçoamento de Rugby do Minho), cujo reinício de atividade está programado para o próximo dia 23 de janeiro, no Estádio Municipal de Arcos de Valdevez.

A noite foi marcada pela já habitual entrega de prémios. É de referir que até ao escalão sub-14 não se distingue qualquer jogador individualmente, por isso todos os jovens atletas do CRAV receberam uma pulseira simbólica do clube. Os troféus foram entregues por representante dos patrocinadores do clube, nomeadamente o Hotel Ribeira, McDonalds Braga, Feliciano Soares Granitos, Intermarché, Crédito Agrícola-Caixa do Noroeste, Kia/KV Automóveis e Câmara Municipal de Arcos de Valdevez. Os prémios Mérito decididos pela equipa sénior foram atribuídos a Alfredo Lago, Carlos Lobo e José Carlos Azevedo. O prémio Espírito do Rugby foi entregue a Rui Aguiam e o prémio Amigo do Rugby foi oferecido a João Puga.


Os prémios atribuídos aos atletas do CRAV foram os seguintes:

Atleta do Ano Sub-16 - Luís Tenente

Atleta do Ano Sub-18 - Davide Matos

Atleta do Ano Feminino - Catarina Pinto

Revelação Sénior - Luís Salvado

Atleta Sénior 2011 - Afonso Vareta

Prémio Júlio Faria, Mérito Desportivo - Mário Ascensão

Por: Gabinete de Comunicação do CRAV

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vitória para a Delta Q – Monster Energy X-raid Team no Dakar 2012

  David Santos Júnior / Fotoarena 
 
Stephane Peterhansel vence, Nani Roma segundo
Ricardo Leal dos Santos é oitavo, segundo na derradeira etapa.

A Delta Q – Monster Energy X-raid Team vence a edição 2012 do Dakar Argentina Chile Peru que hoje terminou, pela primeira vez, na capital do Peru, Lima. Stephane Peterhansel arrecada mais uma vitória na mais dura e mítica prova do todo-o-terreno. Nani Roma foi segundo dando à equipa dos MINI All4 Racing a dobradinha no evento. Ricardo Leal dos Santos, teve como missão ajudar os seus companheiros de equipa a chegarem aos primeiros lugares, mas hoje, na última etapa esteve em plano de destaque ao conseguir o segundo lugar, logo atrás de Robby Gordon, que tudo indica será desclassificado por não ter o seu Hummer segundo os regulamentos da prova.

Peterhansel entrou para os últimos 29 quilómetros muito cauteloso: “Os azares acontecem em qualquer altura por isso não dei sorte ao azar. Fiz o percurso de forma tranquila para conseguir aquilo que realmente era importante para nós: vencer. E estou muito contente com este desfecho. Foi um rali muito duro, com vários adversários a lutarem pelas primeiras posições. Lutas constantes. Mas felizmente que tudo acabou por correr bem. É a minha 10ª vitória nesta prova, é um resultado incrível. A primeira vez que consigo este feito na América do Sul. Toda a equipa está de Parabéns e o MINI All4 Racing também porque teve sempre uma performance notável. Agora é hora de festejar”, disse o piloto francês.  
Nani Roma estava igualmente satisfeito pelo segundo lugar: “Depois do que me aconteceu ontem é um milagre estar a festejar este segundo lugar. Mais uma vez tenho de agradecer ao Ricardo por me ter ajudado, caso contrário este festejo não teria sido possível. A equipa trabalhou muito para este conseguir esta dobradinha e estamos todos de Parabéns”, referiu.

 
 
 
WillyWeyens.com
 
Ricardo Leal dos Santos estava satisfeito por ter conseguido terminar no oitavo lugar, posição que pode alterar-se para sétimo logo que a desclassificação de Robby Gordon seja efectiva. Mas, apesar da satisfação por ter terminado, Ricardo está feliz por ter conseguido hoje o segundo lugar na etapa: “Ao longo do Dakar dei o meu melhor não só em proveito próprio mas também para ajudar os meus companheiros de equipa. Fiz tudo o que estava ao meu alcance. Infelizmente um azar na etapa 3 deitou por terra as minhas aspirações de chegar a um lugar no top 6. Mas apesar de tudo, etapa a etapa consegui mostrar a minha rapidez e prova disso é o segundo lugar conseguido hoje. Para além disso, ter ajudado a Delta Q – Monster Energy X-raid Team, a conseguir a dobradinha dá-me ainda mais o sentimento de dever cumprido”, rematou o piloto português.

Classificação na 14ª Etapa: Após 13ª Etapa:

1º Gordon/Campbell – Hummer com 22m43s 1º Peterhansel/Cottret – MINI com 38h54m46s

2º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 21s 2º Roma/Perin – MINI a 41m56s

3º Holowczyc/Fortin - MINI a 38s 3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 1h13m25s

(..) (…)

8º Roma/Perin – MINI a 2m11 8º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 5h03m18s

10º Peterhansel/Cottret – MINI a 3m12s                                                          

sábado, 14 de janeiro de 2012

Começa HOJE - 3ª edição da LPFA

 3ª edição da LPFA

O arranque oficial da 3ª edição da LPFA está marcado já para hoje com o jogo em Lisboa, com os Candal Kings -  a equipa mais recente da  liga - a deslocarem-se no seu  primeiro jogo oficial da temporada ao terreno da equipa  Lisboa Navigators, os actuais campeões em título. 
Será um jogo entre David e Golias mas onde os Kings quererão deixar uma imagem positiva e causar surpresa. 
O jogo está previsto começar pelas 15:30 e será disputado na Cidade Universitária no Estádio de Honra, com bancadas cobertas.

Texto:André Amorim
Infogra: Luís Nunes

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Liderança do Dakar mantém-se nas mãos da Delta Q


Delta Q / AIFA / DR


Liderança do Dakar mantém-se nas mãos 
da Delta Q – Monster Energy X-raid Team


· Etapa difícil para os pilotos do MINI All4 Racing

· Roma quinto, Peterhansel sétimo, Leal dos Santos 9º

A 12ª etapa do Dakar Argentina Chile Peru que ligou Arequipa a Nazca foi madrasta para os pilotos da Delta Q – Monster Energy X-raid Team. O trio do MINI All4 Racing sofreu vários ‘atascanços’ que não permitiu que fossem além da 5ª, 7ª e 9ª posições para Nani Roma, Stephane Peterhansel e Ricardo Leal dos Santos respectivamente. Apesar do contraste face ao dia de ontem, onde ocuparam as três primeiras posições, Peterhansel continua na liderança da prova, seguido de Roma no segundo posto e de Leal dos Santos no 9º.

Os vários ‘atascanços’ resultaram de uma má opção na escolha no percurso, como explicou Ricardo Leal dos Santos: “As motos fizeram um trilho nas dunas que a maioria dos carros seguiu, mas infelizmente esse trilho não era próprio para os carros e o desfecho foi uma enorme perda de tempo para sair daqueles locais. Eu pessoalmente ainda parti uma jante e apanhei uma tempestade de areia que condicionou a visibilidade. Foi uma etapa muito complicada”, disse o piloto português.

Stephane Peterhansel apesar das dificuldades mantém a primeira posição na classificação geral: “Perdemos cerca de vinte minutos para sair do local onde atascámos e pensei seriamente que já tinha perdido a liderança da prova. Daí em diante ataquei como nunca e corri demasiados riscos, mas no final percebi que não tinha apenas sido eu a ter problemas. Felizmente!”, disse o francês.
Nani Roma não esteve isento de peripécias: “Estávamos conscientes que estas duas últimas etapas seriam determinantes para o resultado final. Infelizmente não passámos incólumes aos problemas e mantemos a segunda posição. Amanhã ainda há mais uma dura etapa e tudo pode acontecer”, referiu o espanhol.

A 13ª etapa decorre entre Nazca e Pisco numa classificativa de 276 quilómetros contra o cronómetro e que vai contar mais uma vez com muitas dunas.

Classificação na 12ª Etapa: Após 12ª Etapa:

1º Gordon/Campbell - Hummer com 2h14m32s 1º Peterhansel/Cottret – MINI com 35h19m04s

2º Novitskiy/Schulz - MINI a 15m18s 2º Roma/Perin – MINI a 20m

3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 22m06s 3º De Villiers/Von Zitzewitz – Toyota a 1h06m40

(..) (…)

5º Roma/Perin – MINI a 23m38s 9º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 4h51m05s

7º Peterhansel/Cottret – MINI a 26m27s

9º Leal dos Santos/Fiúza – MINI a 39m21s              

Contagem decrescente para o Evento do Ano em Portugal



The Tall Ships Races 2012 Lisboa
- 19 a 22 de Julho de 2012 -

Com a entrada do novo ano, a contagem começa a fazer-se de forma decrescente para aquele que será o Grande Evento de 2012 em Lisboa: a capital portuguesa recebe no próximo Verão as “The Tall Ships Races 2012 Lisboa”! De 19 a 22 de Julho, ao longo da margem Norte do Rio Tejo, são esperados 60 Grandes Veleiros e cinco mil tripulantes em representação de 49 países.  
 
Durante os quatro dias do Evento cerca de um milhão de visitantes percorrerão o recinto de animação entre Santa Apolónia e a Praça do Comércio. Com entrada livre, o público tem a oportunidade de visitar os Grandes Veleiros, assistir a concertos e espectáculos, assim como participar em conferências e workshops sobre o Mar e sobre a cidade de Lisboa. São grandes os motivos de interesse para ser parte activa das “The Tall Ships Races 2012 Lisboa” com destaque para o desfile das tripulações na Rua Augusta, a 20 de Julho (sexta-feira).

O recinto do Evento será um mundo náutico aos pés de Lisboa. No espaço de um quilómetro haverá uma Zona Lounge com pontos de restauração e música ambiente, uma Zona de Diversão para crianças com actividades, uma Zona Cultural, onde haverá uma exposição fotográfica e uma tenda para conferências sobre vários assuntos relacionados com o Mar e com a cidade de Lisboa. Oportunidade ainda para o público visitar os Grandes Veleiros.  
Os 60 Grandes Veleiros vão visitar cinco portos – Saint Malo, Lisboa, Cádiz, Coruña e Dublin – num contacto com cinco culturas diferentes mas numa única regata. A cor das velas e o som das ondas invadem Lisboa na segunda escala do evento em pleno Verão.

Com um potencial mediático a rondar os 3,6 Milhões de Euros, segundo um estudo independente da Cision, e com gastos do público que geram um retorno local entre os 20 e os 35 Milhões de Euros, o ponto alto das “The Tall Ships Races 2012 Lisboa” será o desfile pelo rio Tejo ao final da manhã de dia 22 de Julho (domingo).

O Grande Evento do ano em Portugal é promovido em Lisboa pela APORVELA, fundadora e representante no nosso país da Sail Training Internacional, entidade que organiza actualmente as “The Tall Ships Races”. Fundada em 1980, a Associação Portuguesa de Treino de Vela tem como missão aproximar os portugueses do mar assim como promover a preservação do património náutico nacional. Foi desde sempre responsável pela organização das regatas de Grandes Veleiros em Portugal, desde a primeira edição da História em 1956, passando por 1982, 1992, 1994, 1998, 2006 e agora 2012.

Actualmente, a APORVELA dinamiza programas como os Jovens e o Mar, cujo o objectivo é promover o Treino de Mar a bordo da Caravela Vera Cruz, bem como de outros Grandes Veleiros. É também por isso que a Associação Portuguesa de Treino de Vela tem como meta embarcar cerca de 150 jovens durante a passagem por Lisboa da regata “Tall Ships Races”.

Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12

© Yvan Zedda
 
Veleiro de Franck Cammas Vice-Campeão na Regata “In-Port”

Groupama 4 preparado para a terceira etapa

Abu Dhabi - Sanya


Depois de vencer a segunda parte da segunda etapa da Volvo Ocean Race(VOR), a equipa de Franck Cammas foi Vice-Campeão na Regata “In-Port” que se discutiu hoje em Abu-Dhabi.

Franck Cammas e a sua tripulação demonstraram um enorme potencial com ventos fracos que se fizeram sentir num plano de água cheio de barcos de espectadores. O Groupama 4 confirmou a sua capacidade de velejar com ventos de menos de 8 nós. Com pouco vento e muito sol, as embarcações da Volvo Ocean Race cumpriram um percurso que contou com 5 a 7 nós de vento a soprar de Sudoeste. Um percurso com muitas manobras, apesar de serem apenas 8 milhas a cumprir em menos de uma hora, cujo vencedor foi o veleiro dos Emirados Árabes Unidos. Havia sete bóias para rondar, sendo que logo na largada foi içado o Spi de todos os veleiros.

Franck Cammas, Skipper do Groupama 4:

“Foi uma óptima regata e uma óptima classificação. Tivemos um confronto directo com o Camper, cuja tripulação é especialista neste tipo de percursos curtos. Não eram as melhores condições para nós, mas conseguimos ter alguma velocidade e ser agressivos durante toda a prova. Adaptámos o barco para a terceira etapa e hoje já se viram os resultados. Foi um bom resultado, um bom trabalho de equipa com uma boa táctica, apesar das condições não terem sido estáveis. Mesmo as melhores equipas, como a Telefonica, podem perder regatas, mas sabemos que o nível é muito alto e a VOR é uma regata muito longa. Neste momento, estamos com uma boa dinâmica, mas como é óbvio é muito difícil dizer quem vai perder ou ganhar as próximas etapas.”

A tripulação francesa prepara-se para, mais uma vez, medir forças com os outros cinco veleiros adversários. A terceira etapa do VOR começa já este sábado, partindo de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) rumo a Sanya (China) – 4,600 milhas – estando prevista a chegada para dia 4 de Fevereiro.

Actualmente o veleiro francês encontra-se em terceiro lugar na classificação geral da competição e larga o porto de Abu Dhabi com ambição de ganhar o próximo desafio.

“À medida que o tempo vai passando, temos vindo a cometer menos erros porque conhecemos melhor o nosso veleiro e até mesmo os nossos adversários. A nossa ambição está a crescer a passos largos com cada regata…” explica o Skipper do Groupama 4, Franck Cammas.

Classificação da Regata “In-Port”: 
1. Abu Dhabi Ocean Racing - 6 pontos
2. Groupama sailing team - 5 pontos
3. CAMPER with Emirates Team New Zealand - 4 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG - 3 pontos
5. Team Telefonica – 2 pontos
6. Team Sanya - DNS

Classificação geral:

1. Team Telefonica – 68 pontos
2. CAMPER with Emirates Team New Zealand – 62 pontos
3. Groupama sailing team – 47 pontos
4. PUMA Ocean Racing powered by BERG – 31 pontos
5. Abu Dhabi Ocean Racing – 25 pontos
6. Team Sanya – 4 pontos

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12



Regata “In-Port” discute-se esta sexta-feira

Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos

Depois da vitória na etapa Sharjah – Abu Dhabi, Franck Cammas e o Groupama 4 já preparam o regresso ao mar e à Volvo Ocean Race. Esta sexta-feira discute-se a Regata “In Port” antes da partida para a terceira etapa da competição entre Abu Dhabi (EAU) e Sanya (China).

O veleiro francês é actualmente terceiro da geral da Volvo Ocean Race e parte para mais um desafio com muita ambição. A última semana foi de trabalho árduo para a equipa de terra da Groupama sailing team de forma a que, no mar, se retire todo o potencial da embarcação.

Durante a Volvo Ocean Race são apenas permitidas 17 velas a bordo Na gestão do departamento de velas, Laurent Pagès, estuda quais os momentos mais oportunos para a adição ou mudança do material. Deste modo, em Abu Dhabi, a Groupama sailing team recebeu uma nova vela que foi encomendada na Cidade do Cabo, consequência de observações feitas ao longo da primeira etapa da Volvo Ocean Race.

Gautier Sergent, um engenheiro da empresa “North Sails” e que faz parte da Groupama sailing team, explica a decisão de juntar mais uma vela ao Groupama 4:
“Identificámos alguns pontos fracos nas primeiras duas etapas: tínhamos algumas dificuldades com ventos fracos. Agora, uma das poucas coisas que podemos modificar no Groupama 4 é o número de velas. Tomámos a decisão de juntar mais uma vela, uma A0, na Cidade do Cabo, para compensar a nossa fraqueza.”


Classificação geral depois da segunda etapa

1-Telefonica (Iker Martinez) 66 pontos = 1+30+6+24+5
2-Camper (Chris Nicholson) 58 pontos = 4+25+5+20+4
3-Groupama 4 (Franck Cammas) 42 pontos = 2+20+2+12+6
4-Puma (Ken Read) 28 pontos = 5+0+4+16+3
5-Abu Dhabi (Ian Walker) 19 pontos = 6+0+3+8+2
6-Sanya (Mike Sanderson) 4 pontos: 3+0+1+suspended racing



"Um Veleiro, uma Equipa, um Mundo para conquistar"



The Volvo Ocean Race

A Volvo Ocean Race é a mais antiga e conhecida regata à volta do Mundo, com escalas, e que se realiza de três em três anos. Uma prova de coragem excepcional de vela e de esforço humano, que foi desenhada sobre o espírito dos grandes marinheiros - os homens destemidos que navegaram os oceanos do mundo a bordo de veleiros há mais de um século.
Durante os oito meses da Volvo Ocean Race 2011/12 - que começou em Alicante (Espanha) em Outubro de 2011 e termina em Galway (Irlanda) no início de Julho de 2012, as equipas vão percorrer mais de 39.000 milhas náuticas dos mares mais traiçoeiros do mundo passando por Cape Town, Abu Dhabi, Sanya, Auckland, Cabo Horn, Itajaí, Miami, Lisboa e Lorient.


Sobre Groupama Seguros

O Groupama 4, armado pelo Grupo do mesmo nome, tem como skipper Franck Cammas, parceiro do Grupo. Através desta colaboração que já vai há 14 anos, Groupama e os seus 16 milhões de Clientes espelhados em 14 países, associa-se a um projecto que combina trabalho de equipa e tecnologia para um desempenho de alto nível à volta do mundo. O desafio na Volvo Ocean Race levará Franck Cammas e o Groupama Sailing Team a Lisboa em Maio de 2012 onde a Groupama Seguros, filial do Grupo, terá a honra de o receber.

 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Cinco medalhas para os judocas da EJAH


Os judocas da Escola de Judo Ana Hormigo (EJAH) iniciaram o ano com o pé direito ao conquistarem cinco medalhas em Góis, no passado domingo.
Góis foi palco do Open de Coimbra Juniores (sub 19 anos) e Juvenis II (sub 15 anos) que se realizou no passado dia 8 de Janeiro e teve a participação de centenas de judocas de vários pontos do país.

A Escola da olímpica Ana Hormigo deslocou-se a Góis com o objectivo de pontuar para o ranking nacional de juniores com a participação de Mariana Milheiro nos -70 Kg e Luís Filipe Marques nos -60 Kg. Outro dos objectivos da deslocação a Góis era dar rodagem competitiva aos atletas juvenis Inês Ascensão -52 Kg, Ihor Kurcherha, -46 Kg e Ovidiu Bejan -50 Kg, que estão a preparar a sua participação no campeonato nacional.

A judoca júnior Mariana Milheiro -70 Kg e a juvenil Inês Ascensão -52 Kg estiveram em grande destaque e evidência, vencendo todos os seus combates ao longo da competição conseguindo assim o lugar mais alto do pódio, o 1º lugar destas duas atletas foi a recompensa por todo o trabalho realizado ao longo da competição.

Por outro lado Ihor Kurcherha -46 Kg conseguiu um brilhante 2º lugar e Ovidiu Bejan -50 Kg alcançou a medalha de bronze merecendo assim um excelente 3º lugar. Luís Filipe Marques não conseguiu alcançar qualquer resultado, apesar de ter ganho um dos três encontros realizados na sua poule.

No próximo fim de semana a Escola de Judo Ana Hormigo desloca-se novamente a Góis, desta vez para participar no Open de Coimbra Sub 23 e Cadetes (sub 17 anos).

Tiago Monteiro "...podemos fazer melhor mas eu dei o meu melhor..."


Tiago Monteiro teve em 2011 uma das suas melhores épocas no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC) mesmo contra todas as adversidades. O piloto português faz uma retrospectiva do ano em entrevista.
O que é que esperava da época de 2011 sabendo que se estava num processo de mudança?

Sabíamos que o contexto seria diferente, com muitas incertezas, mas ainda assim com esperança de conseguir bons resultados apesar de a meio da época termos um novo motor. Estávamos 100% motivados pois o nosso objectivo era atacar o máximo como sempre.


A transição de equipa oficial para a Sun-Red decorreu facilmente?

Sim, claro. Isto porque se mantiveram as mesmas pessoas. A maior parte dos engenheiros e mecânicos acompanharam os pilotos. Mas tivemos que nos adaptar pois passámos a ter menos pessoas para analisar a informações no terreno. Menos pessoas, significa mais trabalho. Cada um de nós passou a trabalhar a mais.


Alterou a sua forma de agir tendo em conta que chegar à vitória passou a ser uma tarefa muito complicada?

Não propriamente pois sabíamos que podíamos chegar ao pódio, a quarto ou quinto lugares. Era esse o nosso objectivo. Para atingir qualquer objectivo tem que se atacar. A nossa postura técnica não se alterou mas tivemos que percorrer um caminho duro para atingirmos os nossos objectivos. Corremos riscos e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.



Qual a sua opinião sobre o sistema de qualificação ao longo do ano, que invertia os 10 melhores para a grelha de partida da segunda corrida?

Foi um sistema muito criticado desde início, mas ao mesmo tempo temos de reconhecer que não havia uma solução miraculosa na configuração do campeonato em 2011. Apesar de desportivamente o sistema não ter lógica, a realidade é que se assim não fosse, teríamos tido sistematicamente os três Chevrolet na frente. Em determinadas alturas beneficiámos deste sistema outras vezes acabámos por ficar fora do top 10. Estávamos sempre a brincar com o fogo. Foi exactamente o que me aconteceu em Macau mas também estive várias vezes na frente ao saber jogar este jogo.


A meio da temporada estava na quarta posição do Campeonato com 101 pontos e na segunda metade apenas amealhou 16 pontos. O que aconteceu?

Foi o meu melhor início de época desde que entrei no WTCC. Mas infelizmente, depois da corrida do Porto os azares começaram a aparecer. Problemas técnicos e mecânicos arruinaram alguns fins-de-semana de corridas. Para além disso tive um acidente no Japão e um furo na China. No entanto em termos de performance fui melhorando significativamente se compararmos com o Tarquini que era o Campeão do Mundo. No final fui o piloto mais rápido da SEAT Sun-Red. Mas por vezes estamos no lugar errado à hora errada e eu acabei por perder demasiados pontos na segunda metade da temporada.


Olhando para trás, acha que foi o novo motor a causa de tudo isto?

Em parte sim, mas não tínhamos escolha, uma vez que fazia parte das regulamentações. Foi um motor que entrou em pista depois de apenas o testarmos durante 2 dias e como tal não podíamos esperar milagres. À parte disso, o trabalho feito pela Sun-Red foi notável. Apesar de não estar ao nível dos Chevrolet ou BMW, tinha um grande potencial.


No geral, foi o melhor piloto SEAT em termos de performance. Satisfação ou frustração por não ter tido oportunidade de lutar com os Chevrolet?

Satisfação, claro. Não me posso queixar. Ainda podemos fazer melhor mas eu dei o meu melhor e estava bem colocado em termos de performance. Cada ano que passa é melhor que o anterior.O Muller e o Huff estão há muitos anos neste Campeonato e continuam a melhorar. É um Campeonato onde a experiência conta e para se ser campeão tudo tem que estar em sintonia.

Em Macau, era o piloto mais rápido logo após os Chevrolets nos treinos livres...

Essa foi a minha maior frustração, pois também estava muito mais rápido que os meus companheiros de equipa. Mas na qualificação estava em 9º ou 10º e acabei por ficar fora dos 10 melhores devido a uma bandeira amarela. Toda a nossa estratégia foi para o espaço. Podemos lamentar o que aconteceu depois mas devemos saber medir os riscos na altura. Não estava longe da 'pole' e acredito que poderíamos ter discutido a vitória.  
Como é que gere a sua actividade com a Ocean na GP2 Series sem que interfira com o seu percurso no WTCC?

Tenho que ser muito disciplinado. A GP2 não interfere na minha actividade como piloto no WTCC mas sim na minha vida familiar. Em vez de rumar a casa para estar com a minha familia após um fim-de-semana de corridas, volto à estrada para acompanhar a Ocean na GP2. A experiência num campeonato ajuda-me no outro e vice-versa.

Em 2011, participou ainda nas 24h de Le Mans no protótipo com 3.4 litros e um motor V8...

As condições apresentadas eram novas mas isso é exactamente o que eu gosto. Sempre gostei de novos desafios. Em 2010 participei no V8 Supercars na Austrália mas em 2011 havia um conflito de datas com o WTCC. O protótipo das 24h de Le Mans era muito rápido e remeteu-me para os monolugares. Adorei a sensação pois é um ritmo distinto. Foi muito importante em termos de actividade profissional. No WTCC os carros são fenomenais, não há tempo para nada ao volante. As travagens são muito fortes e o carro é extremamente agressivo nas curvas. Tem que se estar sempre muito atento.

O que é que 2012 reserva para o Tiago Monteiro?

Há vários projectos no horizonte, mas nada em concreto até ao momento. Assim que tudo estiver definido será obviamente divulgado. A todos um excelente 2012.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Vitória do Groupama 4 por 52 segundos




Groupama - Volvo Ocean Race 2011/12 Etapa 2: Cidade do Cabo – Abu Dhabi
Franck Cammas, com o Groupama 4, venceu a etapa entre Sharjah e Abu Dhabi, contando com bons ventos ao longo de 98 milhas. Depois de um começo difícil, o Groupama sailing team conseguiu ultrapassar o líder espanhol Telefonica.  
O começo da fase final da segunda etapa contou com mares difíceis no Emirado Árabe de Sharjah: cerca de 20 nós de vento Oeste com ondas de três metros, rumando à primeira bóia que estava posicionada a 18 milhas da linha de largada. Os neozelandeses do Camper e os norte-americanos do Puma melhoraram a sua prestação à medida que se aproximavam do final, enquanto que os hispânicos no Telefonica e os franceses do Groupama 4 começaram por posicionar-se, estrategicamente, a favor das condições climatéricas. Os dois veleiros VO-70 tiveram que fazer duas manobras adicionais para conseguirem rondar a bóia, o mesmo acontecendo às equipas do Puma e Abu Dhabi.

Uma hora e vinte minutos depois da largada, os espanhóis a bordo do Telefonica foram os primeiros a rondar a última bóia deste percurso de 98 milhas, apesar do Groupama 4 estar a apenas 100 metros atrás. Foi por esta altura que os dois designs de Juan Kouyoumdjian conseguiram mostrar o que de facto valem sob ventos de 20 nós.

A liderança

Depois da manobra de içar o spinnaker(balão), Franck Cammas e a sua equipa conseguiram a liderança na regata e mantiveram-na até ao porto de Abu Dhabi. O sprint final foi extremamente competitivo, havendo apenas 52 segundos de separação entre o Groupama 4 e o Telefonica, depois de sete horas de regata. Este vitória para o veleiro francês não altera a hierarquia geral, mas demonstra o potencial de toda a tripulação. A equipa de terra tem agora oito dias para preparar o veleiro para a próxima regata “In-Port” de Abu-Dhabi, no dia 13 de Janeiro, para depois ser, novamente, novamente, para um porto secreto no Oceânico Índico, devido ao perigo de pirataria.

Franck Cammas, no final em Abu Dhabi:

"O Telefonica defendeu-se muito bem, fizeram de tudo para nos impedir de os ultrapassar. Tivemos uma última oportunidade muito boa porque conseguimos posicionar-nos a barlavento e graças a uma rajada de vento conseguimos a liderança. Eles têm uma óptima tripulação e um veleiro muito bom, ficámos realmente felizes por conseguir ultrapassá-los. Tenho que admitir que as condições também estavam óptimas para o Groupama 4, que é particularmente bom com aqueles ventos. Foi bom vingarmo-nos depois da primeira parte desta etapa, porque estávamos em primeiro lugar a certo ponto e ficámos frustrados quando não conseguimos manter a posição. É um dia fantástico para o Groupama sailing team e fez-nos muito bem à confiança. Pode não nos ter dado muitos pontos, mas a vitória é importante para a próxima etapa.”
Classificação da segunda parte da segunda etapa (Sharjah a Abu Dhabi: 98 milhas)
1-Groupama 4 (Franck Cammas) às 12h 22' 09
2-Telefonica (Iker Martinez) às 12h 23' 01
3-Camper (Chris Nicholson) às 12h 27' 48
4-Puma (Ken Read) às 12h 28' 38
5-Abu Dhabi (Ian Walker) às 12h 32' 21
DNS-Sanya (Mike Sanderson)

Classificação geral depois da segunda etapa
1-Telefonica (Iker Martinez) 66 pontos = 1+30+6+24+5
2-Camper (Chris Nicholson) 58 pontos = 4+25+5+20+4
3-Groupama 4 (Franck Cammas) 42 pontos = 2+20+2+12+6
4-Puma (Ken Read) 28 pontos = 5+0+4+16+3
5-Abu Dhabi (Ian Walker) 19 pontos = 6+0+3+8+2
6-Sanya (Mike Sanderson) 4 pontos: 3+0+1+suspended racing