Apesar de a equipa ter entrado em pista com o claro objetivo de discutir os lugares da frente e de ter acreditado piamente que seria possível, a dureza da mítica prova francesa obrigou o trio a uma corrida de constante recuperação. No rescaldo de uma maratona tão exigente, Filipe Albuquerque não escondeu alguma frustração, mas fez questão de enaltecer o espírito de sacrifício de toda a estrutura. "Demos absolutamente tudo o que tínhamos, mas Le Mans voltou a não jogar a nosso favor", começou por lamentar o piloto de Coimbra. "Sabíamos que tínhamos ritmo e uma equipa fantástica para lutar no topo, e sonhámos que podia ser possível, mas pequenos problemas e as penalizações que fomos sofrendo acabaram por ditar o nosso resultado. A determinada altura deixámos de ter a performance ideal em pista e tudo se torna uma subida íngreme", sublinhou.
Mesmo com as contrariedades a afastarem o Cadillac da frente da corrida, os pilotos da Wayne Taylor Racing mantiveram-se focados em levar o protótipo até à bandeirada de xadrez, demonstrando uma enorme resiliência.
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Para Albuquerque, esse foi o principal motivo de orgulho no final das 24 horas de competição.
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