domingo, 22 de março de 2026

Marca histórica na vitória de Loeb em Portugal

Sébastian Loeb é um dos mais bem-sucedidos pilotos de ralis da história, com nove títulos mundiais e, curiosamente, a última das suas duas vitórias no Rally de Portugal foi conquistada no Algarve, em 2009. 17 anos depois, o francês volta a vencer uma prova organizada em Portugal, desta feita aos comandos de um Dacia Sandrider, no Campeonado do Mundo de Todo-o-Terreno. Nas duas rodas, Daniel Sanders repete vitória de há seis meses, desta vez à frente de Tosha Schareina e Adrien Van Beveren. A armada lusa, encabeçada por João Ferreira e Bruno Santos, defende com brio as cores nacionais no Mundial de todo-o-terreno.


Numa etapa descrita pelo Diretor de Prova, Orlando Romana, como tendo reminiscente do percurso que desenhou para o Dakar de 2006, cheia de desafios técnicos, os pilotos tiveram de navegar os quase 100 quilómetros cronometrados com atenção redobrada.

No final dos 98 quilómetros do primeiro setor seletivo do dia, a dupla Sébastian Loeb/Edouard Boulanger (Dacia) perdeu 24 segundos para os companheiros de equipa, Lucas Moraes e Dennis Zenz (Dacia) – primeiros classificados no setor seletivo – mas manteve-se firme na liderança, que nunca chegou a ser verdadeiramente ameaçada por Seth Quintero/Andrew Short (Toyota) ou por João Ferreira/Filipe Palmeiro (Toyota). O pódio final do bp Ultimate Rally-Raid Portugal terminou nesta ordem com os três primeiros separados por 3m37s.

À chegada, o vencedor Loeb recordava tempos idos: “foi um bom rali para mim, com boas memórias do passado. Vivemos bons momentos em Faro, nos ralis. [A prova] não foi fácil nestas pistas muito técnicas, com estes carros muito grandes, mas as sensações foram boas com o carro a funcionar bastante bem. Somámos muitos pontos para o campeonato e o resultado foi o melhor que podíamos esperar”, rematou.

Bastante aplaudido pelo público nacional, que gosta de ver pilotos ao ataque, Seth Quintero era pragmático no final, destacando como positivo o facto de ter terminado atrás de Loeb: “é positivo ter uma boa prova aqui em Portugal, sítio que adoro. Tive alguns azares nos últimos dois anos, e desta vez também tive azar. Mas se ter azar significa ficar em segundo, então foi um bom rali”, declarou.

Depois de ter passado grande parte do tempo ao ataque, João Ferreira refletia sobre a classificação: “[o terceiro lugar] não era a ambição que trazia, mas fazer um pódio em casa sabe sempre bem. E com isso acumulámos muitos pontos importantes para o campeonato”, rematou o português.


Pinto ganha nos Challenger e Barbosa triunfa entre os SSV

Na categoria Challenger, Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira (Taurus) voltaram a vencer nas pistas e assim selaram o primeiro lugar à frente da dupla Charles Munster/Xavier Panseri (KTM). No cair do pano, Pedro Gonçalves e Hugo Magalhães (Taurus) resvalaram para quarto lugar, com Rui Carneiro e Fausto Mota (KTM) a assumir o terceiro posto. Entre os concorrentes dos SSV, Miguel Barbosa e Joel Lutas (Polaris) defenderam com brio a liderança, à frente de João Monteiro e Nuno Morais (Can-Am) e de Jeremias Gonzalez e Gonzalo Rinaldi (Can-Am), segundos e terceiros, respetivamente.


Nos todo-o-terreno Stock, o “Senhor Dakar” Stéphane Peterhansel (Defender) foi o vencedor, à frente de Rokas Baciuska (Defender) e Sara Price (Defender). O francês vence pela primeira vez na categoria e junta a prova nacional ao palmarés de luxo. 
 
 
 
 
 
 
 
Sanders apaga tocha de Schareina

Com uma vantagem de 1m46s sobre Tosha Schareina (Honda), Daniel Sanders (KTM) arrancou para as pistas do último dia atrás do espanhol, mas depressa ganhou tempo no setor cronometrado e selou a vitória à geral. De faca nos dentes, ambos deixaram a concorrência no pó, com Adrien Van Beveren (Honda) em terceiro, a mais de dois minutos. A prestação do francês é, ainda assim, impressionante se nos lembramos que sofreu aqui um grave acidente há seis meses, sendo este o seu primeiro pódio, desde então.

Sanders encerrou a contabilidade com 1m56 de vantagem sobre Schareina e reforçou as estatísticas a favor dos dois pilotos que continuam a ser os únicos vencedores do bp Ultimate Rally-Raid Portugal desde que a prova foi criada, em 2024.

No fecho desta edição, o grande vencedor, Daniel “Chucky” Sanders, sorria de contentamento: “foi mais uma etapa longa, [disputada] nos trilhos escorregadios nas montanhas, onde estava a lutar pela vitória na etapa com o Tocha e por isso tive de puxar até ao fim. Foi uma corrida muito dura em condições difíceis, mas foi bom regressar aos triunfos depois da lesão no Dakar”, declarou o australiano. Já Schareina mostrava-se conformado com o segundo lugar: “foi divertido. Eu e o Sanders puxámos até ao fim, e este segundo lugar não foi fácil depois de tantos quilómetros. Estou feliz por mim e pela equipa”, rematou o espanhol.


Confirmando o terceiro posto, Van Beveren declarou-se feliz pelo esforço: “foi bom. Diverti-me imenso. Gosto deste terreno, gosto de Portugal e das pessoas, por isso estou muito feliz. Em setembro acabei numa ravina e por isso terminar no pódio seis meses depois é muito bom”, concluiu o francês.


Passando grande parte do bp Ultimate Rally-Raid Portugal a imiscuir-se na luta pela geral, Bruno Santos (Husqvarna) ressentiu-se dos danos provocados pela queda do dia anterior, tendo ficado sem embraiagem logo ao início do setor seletivo da manhã. Mesmo assim, o homem da Husqvarna conseguiu segurar a liderança em Rally2 e o quarto lugar da geral. Martim Ventura (Honda) faz segundo na categoria e Neels Theric (Kove) garante o terceiro lugar. O francês obteve o primeiro pódio de sempre no Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno para a marca chinesa Kove, que veio a Portugal com o intuito de desenvolver a sua moto em terreno desconhecido.


Em Rally3, Gonçalo Amaral (Honda) garante a vitória na categoria que dominou de princípio a fim, e na qual apenas o seu irmão Salvador Amaral (Honda) e Murun Purevdorj (KTM) lhe fizeram frente. Na contabilidade dos Quad, Antanas Kanopkinas (CFMoto) foi declarado vencedor do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, depois do colega de equipa Adomas Gancierius ter sido penalizado em mais de uma hora na véspera, por ter chegado tarde ao bivouac com problemas de transmissão.

Portugal promove mexidas no Campeonato do Mundo de TT

Na tabela classificativa do Mundial de TT, Loeb ultrapassa Ekstrom em segundo, enquanto Al-Attiyah mantém a primeira posição. Com os pontos acumulados no bp Ultimate Rally-Raid Portugal, e o facto de a Ford não ter pontuado, a Dacia vê-se assim ainda mais firme no topo da classificação.
Nas motos, a Honda beneficiou com as pontuações de Schareina e Van Beveren, para subir no Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno, enquanto que nem mesmo uma prestação abaixo do esperado – com o nono lugar conquistado – foi suficiente para destronar o argentino Luciano Benavides do topo da tabela. Daniel Sanders é agora segundo, por troca com Ricky Brabec.




sexta-feira, 20 de março de 2026

Loeb perde tempo mas mantém a liderança

Furos, avarias mecânicas e erros de navegação. Foi assim o quarto dia do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, com a dupla Lucas Moraes/Dennis Zenz (Dacia) a levar a melhor sobre a concorrência e a subir ao último lugar do pódio na geral. Sébastian Loeb/Edouard Boulanger (Dacia) perde tempo mas mantém primeiro posto. 
Tem, agora, 1m27s de vantagem sobre Seth Quintero/Andrew Short (Toyota). Nas motos Bruno Santos (Husqvarna) voltou a estar aguerrido, mas foi Daniel Sanders (KTM) quem levou de vencida a etapa e, assim, consolidou o primeiro lugar. Nasser Al Attiyah (Dacia), com problemas mecânicos, e Henk Lategan (Toyota), que sofreu um acidente,atrasaram-se bastante, mas podem retomar as pistas no dia de amanhã.

Com a derrota do dia anterior ainda a pesar, os pilotos da Toyota saíram para as pistas com o propósito de atacar a liderança. Porém, vários furos atrasaram Quintero e Ferreira. Além disso, uma penalização de dois minutos por excesso de velocidade atribuída ao português, atrasou-o ainda mais. Sem problemas, Lucas Moraes impôs o seu ritmo nas pistas rápidas da Extremadura espanhola e assegurou a vitória na etapa.

À chegada – e ainda antes de saber da penalização sofrida – Ferreira era o porta-voz do desalento da equipa: “furámos perto do final e tivemos de mudar o pneu. Vínhamos a impor um ritmo forte e se fizemos o segundo melhor tempo com o furo, admito que pudéssemos ganhar a etapa, mas é o que é”, declarou. Já o vencedor não escondia a satisfação: “fizemos uma boa prova, limpa. O Dennis navegou super bem, mas foi muito difícil [com a pista] muito estreita para o nosso carro e lisa”, declarou de sorriso aberto o brasileiro.

Loeb mantinha o pragmatismo que lhe é reconhecido, depois de também ele ter sofrido um furo nos derradeiros quilómetros do setor seletivo: “vínhamos bem no início, mas tivemos um furo no final, na mesma pedra do ano passado, no mesmo sítio, e não vi. Furámos e tivemos de mudar o pneu, o que nos fez perder tempo. Depois optei por ser mais cauteloso, já que o trilho começou a ficar um pouco mais escorregadio”, concluiu.


Alexandre Pinto imparável na sua categoria
Entre os Challenger, a dupla Alexandre Pinto/Bernardo Oliveira (Taurus) voltou a ganhar a etapa e saltou para a liderança, à frente de Charles Munster/Xavier Panseri (KTM) e Puck Klaassen/Augusto Sanz (KTM).
 
 O andamento da dupla portuguesa tem sido muito alto nos últimos dois dias. Depois de perder quase 15 minutos na primeira etapa, recuperou a desvantagem e, neste momento, estão na frente da classificação com 4m14s sobre os segundo classificados.



Na categoria SSV, a disputa foi ao segundo, com os cinco primeiros de faca nos dentes. Dispostos a redimir-se dos problemas mecânicos do dia anterior, Luís Cidade e Valter Cardoso (Can-Am) trocaram várias vezes de posição na frente com Luís Portela Morais/David Megre (Polaris), Andrea Deldossi/Jeremy Tricaud (Can-Am), Miguel Barbosa/Joel Lutas (Polaris) e João Monteiro/Nuno Morais (Can-Am). Mas, no final, foi Cidade a levar a melhor sobre Barbosa e Portela Morais. Neste momento, as duas equipas estão separadas por 1m43s, com vantagem para a formação do carro 408.


Em Stock foi a vez da dupla Stéphane Peterhansel/ Michael Metge (Defender) vencer a etapa. Com este triunfo, assumiu, também, a liderança da categoria com quase sete minutos de vantagem sobre Rokas Baciuska.


Daniel Sanders repete triunfo em etapa

Num dia em que a escolha de pneus desempenhou um papel relevante, dadas as características das pistas e pela chuva que caiu, Bruno Santos (Husqvarna) voltou à carga. Mas foi Sanders que arrecadou a vitória no setor seletivo, com o português a ficar em segundo, a apenas 59 segundos. Após a terceira etapa, Tosha Schareina (Honda) é segundo e Santos é terceiro, com o mesmo tempo de Adrien Van Beveren (Honda), quarto classificado, após mais de sete horas de prova.

Na zona final de cronometragem, Sanders revelava a estratégia seguida: “foi mais um dia complicado, a escorregar de um lado para o outro, mas foi divertido. Ontem fui demasiado lento, mas hoje puxei um pouco mais”, confessou o australiano. Acerca da escolha de pneus, Sanders detalhava um pouco mais o raciocínio seguido: “acho que todos, à exceção dos meus companheiros de equipa, escolheram pneus macios, por isso sabíamos que iriam puxar o máximo possível. Esta foi a etapa onde, no ano passado, destruí [o pneu], mas desta vez todos estavam com o mesmo pneu por isso foi justo. Foi apenas uma questão de escorregar de um lado para o outro e seguir”, destacou Sanders.

Após liderar por momentos o setor seletivo, Bruno Santos chegava em segundo e mostrava-se conformado: “foi bom a chuva ter caído, o terreno estava muito bom, com zonas de muita tração e pistas muito rápidas, outras mais lentas e técnicas pelo meio dos olivais. Senti-me bem na moto, mas no final já estava a ficar um pouco cansado”, confessou.

A liderança de Bruno Santos em Rally2 cresceu, com Martim Ventura (Honda) a mais de 12 minutos na classificação e Neels Theric (Kove) a 14 minutos. Em Rally3, a grande surpresa foi a vitória do mongol Murun Purevdorj, que aproveitou os azares dos irmãos Amaral para vencer uma etapa pela primeira vez no W2RC. Gonçalo Amaral (Honda) mantém, ainda assim, o primeiro lugar da categoria. Nos Quad, o vencedor foi Antanas Kanopkinas (CFMoto) e Adomas Gancierius (CFMoto) continua na liderança da categoria.



De regresso a Portugal com o Estádio do Algarve à vista


Dia 21 marca o regresso a Portugal, com um extenso setor seletivo de 315 quilómetros que irá levar os concorrentes até Loulé. A primeira moto vai para a pista às 7h e o primeiro carro às 9h30. A chegada a Loulé está prevista para as 11h49 para as motos e 14h44 para os carros. Para o público, o acesso gratuito ao bivouac é entre as 18 e as 22 horas.













quarta-feira, 18 de março de 2026

Portugueses dominam primeiro dia de competição

João Ferreira e Filipe Palmeiro (Toyota) lideram à geral o bp Ultimate Rally-Raid Portugal, com os americanos Seth Quintero e Andrew Short (Toyota) em segundo e os franceses Sébastian Loeb e Edouard Boulanger (Dacia) em terceiro. O primeiro setor seletivo “Grândola-Grândola” foi disputado nos trilhos enlameados da zona de Alvalade banhada pelo rio Sado, numa distância total de 180 quilómetros. Para além dos tradicionais obstáculos naturais, a seleção das melhores trajetórias tornou-se um desafio devido à lama.



Na categoria Ultimate, menos sorte teve Carlos Sainz (Ford), que teve problemas de motor. Mattias Ekstrom (Ford) e Henk Lategan (Toyota), perderam bastante tempo depois de saídas de pista com consequências mecânicas nos seus carros, as quais conseguiram resolver ainda no setor.


Nas motos Daniel Sanders (KTM) foi o mais rápido no primeiro setor seletivo. Demorou 1h32m01s a completar, seguido de Tosha Schareina (Honda) a 2m10s e em terceiro ficou Adrien Van Beveren (Honda). Em quinto lugar da geral – e primeiro da categoria Rally2 – ficou o português Bruno Santos (Husqvarna), enquanto Gonçalo Amaral (Honda) terminou o dia na frente da categoria Rally3.


O segundo setor seletivo foi disputado da parte da tarde, no traçado usado na véspera para o prólogo das motos, mas desta feita disputado em sentido inverso. Com apenas três quilómetros de extensão, a pista pouco ou nada mexeu na tabela das classificações gerais. Nas motos, o panorama foi semelhante.


Ao final do primeiro dia, João Ferreira estava bastante contente com a sua prestação: “foi um bom começo para nós, com um traçado muito difícil, muito escorregadio, mas demos o nosso melhor para sobreviver. Era muito fácil cometer erros, vimos muitos pilotos parados com problemas. O nosso carro esteve bastante bem, e nós não cometemos erros, mas ainda falta muito para o fim”, afirmou o piloto de Leiria.


Acerca das condições sentidas no primeiro setor seletivo, no qual imperou a lama, o piloto português foi perentório em reafirmar o seu objetivo maior: “Nestas condições não podemos puxar muito, porque senão os erros acontecem e não é isso que queremos. Não estamos aqui para disputar setores. Bem sei que venci o setor, mas temos de nos manter focados e com os olhos no objetivo maior e vamos ver o que conseguimos alcançar”, declarou Ferreira.


Na categoria Stock, a dupla Rokas Baciuska/Oriol Vidal, em Defender, manteve a boa forma que revelou no Dakar, dominando o dia à frente das duplas Stéphane Peterhansel/Michaël Metge e Sara Price/Sean Berriman. Se o francês cedeu apenas um minuto para o seu colega de equipa, já a piloto norte-americana atrasou-se devido a um problema com a direção do seu Defender.


Seguindo o exemplo de João Ferreira, Ricardo Porém e Nuno Sousa foram a dupla vencedora do dia na categoria Challenger, fixando-se no topo da tabela à frente a Juan Gasso/Ion del Cid e Paul Spierings/Mark Salomons. Por último, na categoria SSV, o pódio ficou ordenado apenas com duplas nacionais, com Luís Cidade/Valter Cardoso, Luís Portela Morais/David Megre e ainda Miguel Barbosa/Joel Lutas.



Das quatro para as duas rodas, os portugueses no top


O grande destaque do dia foi para a prestação do piloto nacional Bruno Santos que, mesmo depois de ter sido penalizado em dois minutos por excesso de velocidade numa zona controlada, continua no topo da tabela classificativa. Aos comandos da Husqvarna FR 450 Rally, Santos não só se imiscuiu junto dos pilotos de fábrica, como também acabou o dia a liderar a categoria Rally2. Segundo ele, “a primeira parte do setor seletivo foi muito divertida, se bem que molhada, mas gostei muito. Estou acostumado a pilotar em percursos com muita água, que são comuns no campeonato nacional. E sinto-me fisicamente bem”, rematou.


A participação de Santos no bp Ultimate Rally-Raid Portugal é algo diferente, já que é o próprio que presta assistência à sua moto: “até agora estava sozinho com a minha mulher. Estamos acostumados a disputar corridas sozinhos, mas agora temos a ajuda de alguns amigos”, declarou.


Em Rally3, os irmãos portugueses Gonçalo e Salvador Amaral (Honda) foram os mais rápidos do dia, superiorizando-se ao francês Steve Pasco. Na categoria Quad, Antanas Kanopkinas (CFMOTO) lidera.

Espetáculo e animação em mais um dia de competição

Amanhã, dia 19, a segunda etapa será disputada num setor seletivo que irá levar os pilotos de Grândola a Badajoz, numa extensão cronometrada de 377 quilómetros. A primeira moto vai para a pista às 7h05 e o primeiro carro às 9h35. A chegada a Badajoz está prevista para as 12h53 para as motos e 15h22 para os carros. Tal como em Grândola, o bivouac estará aberto ao público em geral, com acesso gratuito, entre as 18 e as 23 horas.