terça-feira, 31 de março de 2026

Yolanda Hopkins e Francisca Veselko no Circuito Mundial - Rip Curl Pro Bells Beach Presented by Bonsoy


O GWM Aussie Treble está de volta em 2026, com a Austrália sediando os três primeiros eventos do CT.

A WSL e a GWM ( Parceira  Oficial da WSL Austrália em 2026), estão novamente em parceria num quinto ano, onde vão estar os melhores surfistas masculinos e femininos, nos três principais eventos da Austrália.

Com a Austrália sediando os três 
primeiros eventos da temporada em 2026, a proposta é simples: os surfistas mais bem classificados, tanto no masculino quanto no feminino, após o Rip Curl Pro Bells Beach Presented by Bonsoy, o Western Australia Margaret River Pro e o Bonsoy Gold Coast Pro Presented by GWM, ganharão um GWM Tank 300. Tudo isso graças à GWM continuar como Parceira Automotiva Oficial da WSL Austrália em 2026.


Confrontos da primeira rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Feminino
BATERIA 1: Yolanda Hopkins (POR) vs. Sally Fitzgibbons (AUS)
HEAT 2: Tya Zebrowski (FRA) x Alyssa Spencer (EUA)
HEAT 3: Brisa Hennessy (CRC) x Francisca Veselko (POR)
HEAT 4: Bella Kenworthy (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP)
HEAT 5: Vahine Fierro (FRA) x Anat Lelior (ISR)
ELIMINATÓRIA 6: Sawyer Lindblad (EUA) vs. Carissa Moore (HAV)
ELIMINATÓRIA 7: Luana Silva (BRA) vs. Stephanie Gilmore (AUS)
ELIMINATÓRIA 8: Lakey Peterson (EUA) vs. Ellie Harrison (AUS)

Confrontos da primeira rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Masculino
HEAT 1: Mateus Herdy (BRA) x Liam O'Brien (AUS)
HEAT 2: Oscar Berry (AUS) x Dane Henry (AUS)
HEAT 3: Luke Thompson (RSA) x Ramzi Boukhiam (MAR)
ELIMINATÓRIA 4: Callum Robson (AUS) vs. Xavier Huxtable (AUS)

O Rip Curl Pro Bells Beach Presented by Bonsoy acontecerá em Bells Beach de 1 a 11 de abril de 2026. A competição será transmitida AO VIVO no WorldSurfLeague.com e no aplicativo gratuito da WSL . Confira também outras opções de transmissão oferecidas pelos parceiros da WSL .

O Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy com o apoio de Rip Curl, Visit Victoria, Surf Coast Shire, Bonsoy, WSL One Ocean, Red Bull, Apple, True Surf, Surfline, I-Sea, YETI, eero, Stone & Wood, Hydralyte, GWM, Fatboy Bikes, Bond University, mophie, Boost Mobile, Volley, Bioglan e RACV.

domingo, 29 de março de 2026

Final épica na Praia do Molhe Leste encerra em grande a 1ª Etapa do Circuito Regional de Surf do Centro

Peniche Surfing Clube
Cinco categorias e dois dias de espetáculo.
A Praia do Molhe Leste voltou a confirmar esta domingo porque é que Peniche é a Capital da Onda!

O campeonato ficou marcado por ondas de alta qualidade e surf de nível elevadíssimo, a Etapa do Circuito Regional de Surf do Centro, integrada no
Peniche Ocean Series, chegou ao fim com campeões em todas as categorias e memórias que vão perdurar no tempo.

Como tem sido marca do Peniche Surfing Clube, a transmissão ao vivo esteve disponível para todos, numa produção de qualidade que continua a ser única entre os clubes de surf em Portugal, aproximando o evento das famílias, dos adeptos e de quem não pôde estar presente na praia.

O dia das finais
Este segundo dia ficou reservado para as meias-finais de SUB 16 masculino e as finais de todas as categorias, com o nível competitivo a manter-se altíssimo de ponta a ponta.

Uma edição para a história

Esta é a 14ª edição do Circuito Regional de Surf do Centro, o mais antigo de Portugal e aquele que se realiza nas melhores ondas do país. O Peniche Surfing Clube e o Centro de Alto Rendimento de Surf de Peniche, em conjunto com a Câmara Municipal de Peniche reafirmam, edição após edição, o papel central de Peniche no desenvolvimento do surf jovem em Portugal.
O Peniche Ocean Series é a nova marca que em 2026 agrega todos os eventos ligados ao oceano em que o CAR está envolvido, numa visão de futuro que começa agora, com o melhor surf, nos melhores palcos.

Parabéns a todos os atletas, famílias, treinadores, juízes e voluntários que tornaram este fim de semana possível.

Maria Salgado e Guilherme Ribeiro vice-campeões europeus

WSL
Maria Salgado e Guilherme Ribeiro sagraram-se, este domingo, vice-campeões europeus da World Surf League, garantindo, igualmente, a qualificação para o circuito Challenger Series 2026/27. Maria Salgado foi a melhor representante nacional, conseguindo o 3.º posto final no Pro Taghazout.


Ambos estiveram muito perto de conquistarem os títulos europeus, mas o desfecho da prova marroquina acabou por ditar um cenário diferente. Maria Salgado precisava de avançar para a final de forma a carimbar logo o título, mas a derrota nas meias-finais frente à britânica Alys Barton, com 11,16 pontos contra 4,77, deixou tudo nas mãos da basca Janire Gonzalez Etxabarri, que teria de vencer o campeonato para roubar o título à surfista portuguesa. E foi isso que aconteceu, com Salgado a terminar como vice-campeã europeia, depois de no ano passado se ter sagrado campeã europeia júnior.

WSL

 

Do lado masculino, Guilherme Ribeiro já tinha sido eliminado antes das rondas finais e chegava ao dia final a precisar que o triunfo não fosse para os bascos Adur Amatriain e Yago Dominguez. Dominguez foi eliminado nas meias-finais, mas Amatriain conseguiu mesmo vencer o campeonato, atirando Ribeiro para a segunda posição.

Maria Salgado e Guilherme Ribeiro conseguiram, assim, a qualificação para o circuito Challenger Series, que arranca em julho, em Ballito, na África do Sul. A eles junta-se Teresa Bonvalot, fruto da posição em que terminou a última temporada no circuito Challenger Series. Já Frederico Morais terminou o circuito europeu no 8.º posto, falhando a qualificação por somente um lugar. Ainda assim, Kikas poderá beneficiar de wildcard para voltar a competir no circuito que dá acesso ao World Tour.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Praia de Molhe Leste, na Capital da Onda, Peniche, é o palco do Circuito Regional de Surf do Centro, 28 e 29 de março.

A Praia de Molhe Leste, na Capital da Onda, Peniche, é o palco escolhido para receber a próxima etapa do Circuito Regional de Surf do Centro, que se realiza já nos dias 28 e 29 de março.  

A prova integra a 14.ª edição do circuito regional mais antigo de Portugal, uma competição histórica que continua a escolher Peniche pela garantia de excelência e qualidade das suas ondas. 

Ação em Direto para todo o Mundo
O Peniche Surfing Clube, historicamente reconhecido pelo seu espírito pioneiro na transmissão de campeonatos de surf ao vivo, volta a assegurar a cobertura total do evento.
Todos os fãs de surf que não se possam deslocar à praia terão a oportunidade de acompanhar a ação em tempo real através das transmissões nas redes sociais oficiais do clube.
 Link dia 1- https://www.youtube.com/watch?v=1qzz-0KAOI0
 Link dia 2 - https://www.youtube.com/watch?v=w4VEyVuKmeo
Foi criado um canal no WhatsApp. Podes acompanhar todas as atualizações aqui 

ou nas páginas oficiais do Peniche Surfing Clube no Instagram e no Facebook

 2026: O Ano do "Peniche Ocean Series"  - Mais do que uma etapa de surf, este fim de semana assinala um marco importante para a estratégia desportiva local. O ano de 2026 traz o lançamento oficial do Peniche Ocean Series. Esta nova marca e conceito funcionará como o "chapéu" institucional para todos os grandes eventos ligados ao oceano em que o Centro de Alto Rendimento (CAR) de Peniche estará envolvido, consolidando ainda mais o papel da região como um epicentro global dos desportos de mar. As expectativas estão altas para um fim de semana de celebração da cultura surfista no Molhe Leste. 


ORGANIZAÇÃO
Câmara Municipal de Peniche e Peniche Surfing Clube

HOMOLOGAÇÃO
Federação Portuguesa de Surf

APOIOS
Rip Curl
Auto Júlio Rent
Ambassador
MH Hotels
SUPERTUBOS BEACH HOSTEL
PHYSER WETSUITS
BEA’s TOSTAS

APOIOS INSTITUCIONAIS
Fundação do Desporto
IPDJ
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Peniche
ANSPP – Associação Nadadores Salvadores das Praias de Peniche
Escola Superior de Desporto de Rio Maior-IPS
Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar-IPL
Estação Náutica do Oeste

GREEN PARTNERS
Surfrider Foundation Portugal
Pingo Doce

MEDIA PARTNERS
MEO BEACHCAM
SURFTOTAL
102 FM Rádio

domingo, 22 de março de 2026

Marca histórica na vitória de Loeb em Portugal

Sébastian Loeb é um dos mais bem-sucedidos pilotos de ralis da história, com nove títulos mundiais e, curiosamente, a última das suas duas vitórias no Rally de Portugal foi conquistada no Algarve, em 2009. 17 anos depois, o francês volta a vencer uma prova organizada em Portugal, desta feita aos comandos de um Dacia Sandrider, no Campeonado do Mundo de Todo-o-Terreno. Nas duas rodas, Daniel Sanders repete vitória de há seis meses, desta vez à frente de Tosha Schareina e Adrien Van Beveren. A armada lusa, encabeçada por João Ferreira e Bruno Santos, defende com brio as cores nacionais no Mundial de todo-o-terreno.


Numa etapa descrita pelo Diretor de Prova, Orlando Romana, como tendo reminiscente do percurso que desenhou para o Dakar de 2006, cheia de desafios técnicos, os pilotos tiveram de navegar os quase 100 quilómetros cronometrados com atenção redobrada.

No final dos 98 quilómetros do primeiro setor seletivo do dia, a dupla Sébastian Loeb/Edouard Boulanger (Dacia) perdeu 24 segundos para os companheiros de equipa, Lucas Moraes e Dennis Zenz (Dacia) – primeiros classificados no setor seletivo – mas manteve-se firme na liderança, que nunca chegou a ser verdadeiramente ameaçada por Seth Quintero/Andrew Short (Toyota) ou por João Ferreira/Filipe Palmeiro (Toyota). O pódio final do bp Ultimate Rally-Raid Portugal terminou nesta ordem com os três primeiros separados por 3m37s.

À chegada, o vencedor Loeb recordava tempos idos: “foi um bom rali para mim, com boas memórias do passado. Vivemos bons momentos em Faro, nos ralis. [A prova] não foi fácil nestas pistas muito técnicas, com estes carros muito grandes, mas as sensações foram boas com o carro a funcionar bastante bem. Somámos muitos pontos para o campeonato e o resultado foi o melhor que podíamos esperar”, rematou.

Bastante aplaudido pelo público nacional, que gosta de ver pilotos ao ataque, Seth Quintero era pragmático no final, destacando como positivo o facto de ter terminado atrás de Loeb: “é positivo ter uma boa prova aqui em Portugal, sítio que adoro. Tive alguns azares nos últimos dois anos, e desta vez também tive azar. Mas se ter azar significa ficar em segundo, então foi um bom rali”, declarou.

Depois de ter passado grande parte do tempo ao ataque, João Ferreira refletia sobre a classificação: “[o terceiro lugar] não era a ambição que trazia, mas fazer um pódio em casa sabe sempre bem. E com isso acumulámos muitos pontos importantes para o campeonato”, rematou o português.


Pinto ganha nos Challenger e Barbosa triunfa entre os SSV

Na categoria Challenger, Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira (Taurus) voltaram a vencer nas pistas e assim selaram o primeiro lugar à frente da dupla Charles Munster/Xavier Panseri (KTM). No cair do pano, Pedro Gonçalves e Hugo Magalhães (Taurus) resvalaram para quarto lugar, com Rui Carneiro e Fausto Mota (KTM) a assumir o terceiro posto. Entre os concorrentes dos SSV, Miguel Barbosa e Joel Lutas (Polaris) defenderam com brio a liderança, à frente de João Monteiro e Nuno Morais (Can-Am) e de Jeremias Gonzalez e Gonzalo Rinaldi (Can-Am), segundos e terceiros, respetivamente.


Nos todo-o-terreno Stock, o “Senhor Dakar” Stéphane Peterhansel (Defender) foi o vencedor, à frente de Rokas Baciuska (Defender) e Sara Price (Defender). O francês vence pela primeira vez na categoria e junta a prova nacional ao palmarés de luxo. 
 
 
 
 
 
 
 
Sanders apaga tocha de Schareina

Com uma vantagem de 1m46s sobre Tosha Schareina (Honda), Daniel Sanders (KTM) arrancou para as pistas do último dia atrás do espanhol, mas depressa ganhou tempo no setor cronometrado e selou a vitória à geral. De faca nos dentes, ambos deixaram a concorrência no pó, com Adrien Van Beveren (Honda) em terceiro, a mais de dois minutos. A prestação do francês é, ainda assim, impressionante se nos lembramos que sofreu aqui um grave acidente há seis meses, sendo este o seu primeiro pódio, desde então.

Sanders encerrou a contabilidade com 1m56 de vantagem sobre Schareina e reforçou as estatísticas a favor dos dois pilotos que continuam a ser os únicos vencedores do bp Ultimate Rally-Raid Portugal desde que a prova foi criada, em 2024.

No fecho desta edição, o grande vencedor, Daniel “Chucky” Sanders, sorria de contentamento: “foi mais uma etapa longa, [disputada] nos trilhos escorregadios nas montanhas, onde estava a lutar pela vitória na etapa com o Tocha e por isso tive de puxar até ao fim. Foi uma corrida muito dura em condições difíceis, mas foi bom regressar aos triunfos depois da lesão no Dakar”, declarou o australiano. Já Schareina mostrava-se conformado com o segundo lugar: “foi divertido. Eu e o Sanders puxámos até ao fim, e este segundo lugar não foi fácil depois de tantos quilómetros. Estou feliz por mim e pela equipa”, rematou o espanhol.


Confirmando o terceiro posto, Van Beveren declarou-se feliz pelo esforço: “foi bom. Diverti-me imenso. Gosto deste terreno, gosto de Portugal e das pessoas, por isso estou muito feliz. Em setembro acabei numa ravina e por isso terminar no pódio seis meses depois é muito bom”, concluiu o francês.


Passando grande parte do bp Ultimate Rally-Raid Portugal a imiscuir-se na luta pela geral, Bruno Santos (Husqvarna) ressentiu-se dos danos provocados pela queda do dia anterior, tendo ficado sem embraiagem logo ao início do setor seletivo da manhã. Mesmo assim, o homem da Husqvarna conseguiu segurar a liderança em Rally2 e o quarto lugar da geral. Martim Ventura (Honda) faz segundo na categoria e Neels Theric (Kove) garante o terceiro lugar. O francês obteve o primeiro pódio de sempre no Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno para a marca chinesa Kove, que veio a Portugal com o intuito de desenvolver a sua moto em terreno desconhecido.


Em Rally3, Gonçalo Amaral (Honda) garante a vitória na categoria que dominou de princípio a fim, e na qual apenas o seu irmão Salvador Amaral (Honda) e Murun Purevdorj (KTM) lhe fizeram frente. Na contabilidade dos Quad, Antanas Kanopkinas (CFMoto) foi declarado vencedor do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, depois do colega de equipa Adomas Gancierius ter sido penalizado em mais de uma hora na véspera, por ter chegado tarde ao bivouac com problemas de transmissão.

Portugal promove mexidas no Campeonato do Mundo de TT

Na tabela classificativa do Mundial de TT, Loeb ultrapassa Ekstrom em segundo, enquanto Al-Attiyah mantém a primeira posição. Com os pontos acumulados no bp Ultimate Rally-Raid Portugal, e o facto de a Ford não ter pontuado, a Dacia vê-se assim ainda mais firme no topo da classificação.
Nas motos, a Honda beneficiou com as pontuações de Schareina e Van Beveren, para subir no Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno, enquanto que nem mesmo uma prestação abaixo do esperado – com o nono lugar conquistado – foi suficiente para destronar o argentino Luciano Benavides do topo da tabela. Daniel Sanders é agora segundo, por troca com Ricky Brabec.




sexta-feira, 20 de março de 2026

Loeb perde tempo mas mantém a liderança

Furos, avarias mecânicas e erros de navegação. Foi assim o quarto dia do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, com a dupla Lucas Moraes/Dennis Zenz (Dacia) a levar a melhor sobre a concorrência e a subir ao último lugar do pódio na geral. Sébastian Loeb/Edouard Boulanger (Dacia) perde tempo mas mantém primeiro posto. 
Tem, agora, 1m27s de vantagem sobre Seth Quintero/Andrew Short (Toyota). Nas motos Bruno Santos (Husqvarna) voltou a estar aguerrido, mas foi Daniel Sanders (KTM) quem levou de vencida a etapa e, assim, consolidou o primeiro lugar. Nasser Al Attiyah (Dacia), com problemas mecânicos, e Henk Lategan (Toyota), que sofreu um acidente,atrasaram-se bastante, mas podem retomar as pistas no dia de amanhã.

Com a derrota do dia anterior ainda a pesar, os pilotos da Toyota saíram para as pistas com o propósito de atacar a liderança. Porém, vários furos atrasaram Quintero e Ferreira. Além disso, uma penalização de dois minutos por excesso de velocidade atribuída ao português, atrasou-o ainda mais. Sem problemas, Lucas Moraes impôs o seu ritmo nas pistas rápidas da Extremadura espanhola e assegurou a vitória na etapa.

À chegada – e ainda antes de saber da penalização sofrida – Ferreira era o porta-voz do desalento da equipa: “furámos perto do final e tivemos de mudar o pneu. Vínhamos a impor um ritmo forte e se fizemos o segundo melhor tempo com o furo, admito que pudéssemos ganhar a etapa, mas é o que é”, declarou. Já o vencedor não escondia a satisfação: “fizemos uma boa prova, limpa. O Dennis navegou super bem, mas foi muito difícil [com a pista] muito estreita para o nosso carro e lisa”, declarou de sorriso aberto o brasileiro.

Loeb mantinha o pragmatismo que lhe é reconhecido, depois de também ele ter sofrido um furo nos derradeiros quilómetros do setor seletivo: “vínhamos bem no início, mas tivemos um furo no final, na mesma pedra do ano passado, no mesmo sítio, e não vi. Furámos e tivemos de mudar o pneu, o que nos fez perder tempo. Depois optei por ser mais cauteloso, já que o trilho começou a ficar um pouco mais escorregadio”, concluiu.


Alexandre Pinto imparável na sua categoria
Entre os Challenger, a dupla Alexandre Pinto/Bernardo Oliveira (Taurus) voltou a ganhar a etapa e saltou para a liderança, à frente de Charles Munster/Xavier Panseri (KTM) e Puck Klaassen/Augusto Sanz (KTM).
 
 O andamento da dupla portuguesa tem sido muito alto nos últimos dois dias. Depois de perder quase 15 minutos na primeira etapa, recuperou a desvantagem e, neste momento, estão na frente da classificação com 4m14s sobre os segundo classificados.



Na categoria SSV, a disputa foi ao segundo, com os cinco primeiros de faca nos dentes. Dispostos a redimir-se dos problemas mecânicos do dia anterior, Luís Cidade e Valter Cardoso (Can-Am) trocaram várias vezes de posição na frente com Luís Portela Morais/David Megre (Polaris), Andrea Deldossi/Jeremy Tricaud (Can-Am), Miguel Barbosa/Joel Lutas (Polaris) e João Monteiro/Nuno Morais (Can-Am). Mas, no final, foi Cidade a levar a melhor sobre Barbosa e Portela Morais. Neste momento, as duas equipas estão separadas por 1m43s, com vantagem para a formação do carro 408.


Em Stock foi a vez da dupla Stéphane Peterhansel/ Michael Metge (Defender) vencer a etapa. Com este triunfo, assumiu, também, a liderança da categoria com quase sete minutos de vantagem sobre Rokas Baciuska.


Daniel Sanders repete triunfo em etapa

Num dia em que a escolha de pneus desempenhou um papel relevante, dadas as características das pistas e pela chuva que caiu, Bruno Santos (Husqvarna) voltou à carga. Mas foi Sanders que arrecadou a vitória no setor seletivo, com o português a ficar em segundo, a apenas 59 segundos. Após a terceira etapa, Tosha Schareina (Honda) é segundo e Santos é terceiro, com o mesmo tempo de Adrien Van Beveren (Honda), quarto classificado, após mais de sete horas de prova.

Na zona final de cronometragem, Sanders revelava a estratégia seguida: “foi mais um dia complicado, a escorregar de um lado para o outro, mas foi divertido. Ontem fui demasiado lento, mas hoje puxei um pouco mais”, confessou o australiano. Acerca da escolha de pneus, Sanders detalhava um pouco mais o raciocínio seguido: “acho que todos, à exceção dos meus companheiros de equipa, escolheram pneus macios, por isso sabíamos que iriam puxar o máximo possível. Esta foi a etapa onde, no ano passado, destruí [o pneu], mas desta vez todos estavam com o mesmo pneu por isso foi justo. Foi apenas uma questão de escorregar de um lado para o outro e seguir”, destacou Sanders.

Após liderar por momentos o setor seletivo, Bruno Santos chegava em segundo e mostrava-se conformado: “foi bom a chuva ter caído, o terreno estava muito bom, com zonas de muita tração e pistas muito rápidas, outras mais lentas e técnicas pelo meio dos olivais. Senti-me bem na moto, mas no final já estava a ficar um pouco cansado”, confessou.

A liderança de Bruno Santos em Rally2 cresceu, com Martim Ventura (Honda) a mais de 12 minutos na classificação e Neels Theric (Kove) a 14 minutos. Em Rally3, a grande surpresa foi a vitória do mongol Murun Purevdorj, que aproveitou os azares dos irmãos Amaral para vencer uma etapa pela primeira vez no W2RC. Gonçalo Amaral (Honda) mantém, ainda assim, o primeiro lugar da categoria. Nos Quad, o vencedor foi Antanas Kanopkinas (CFMoto) e Adomas Gancierius (CFMoto) continua na liderança da categoria.



De regresso a Portugal com o Estádio do Algarve à vista


Dia 21 marca o regresso a Portugal, com um extenso setor seletivo de 315 quilómetros que irá levar os concorrentes até Loulé. A primeira moto vai para a pista às 7h e o primeiro carro às 9h30. A chegada a Loulé está prevista para as 11h49 para as motos e 14h44 para os carros. Para o público, o acesso gratuito ao bivouac é entre as 18 e as 22 horas.













quarta-feira, 18 de março de 2026

Portugueses dominam primeiro dia de competição

João Ferreira e Filipe Palmeiro (Toyota) lideram à geral o bp Ultimate Rally-Raid Portugal, com os americanos Seth Quintero e Andrew Short (Toyota) em segundo e os franceses Sébastian Loeb e Edouard Boulanger (Dacia) em terceiro. O primeiro setor seletivo “Grândola-Grândola” foi disputado nos trilhos enlameados da zona de Alvalade banhada pelo rio Sado, numa distância total de 180 quilómetros. Para além dos tradicionais obstáculos naturais, a seleção das melhores trajetórias tornou-se um desafio devido à lama.



Na categoria Ultimate, menos sorte teve Carlos Sainz (Ford), que teve problemas de motor. Mattias Ekstrom (Ford) e Henk Lategan (Toyota), perderam bastante tempo depois de saídas de pista com consequências mecânicas nos seus carros, as quais conseguiram resolver ainda no setor.


Nas motos Daniel Sanders (KTM) foi o mais rápido no primeiro setor seletivo. Demorou 1h32m01s a completar, seguido de Tosha Schareina (Honda) a 2m10s e em terceiro ficou Adrien Van Beveren (Honda). Em quinto lugar da geral – e primeiro da categoria Rally2 – ficou o português Bruno Santos (Husqvarna), enquanto Gonçalo Amaral (Honda) terminou o dia na frente da categoria Rally3.


O segundo setor seletivo foi disputado da parte da tarde, no traçado usado na véspera para o prólogo das motos, mas desta feita disputado em sentido inverso. Com apenas três quilómetros de extensão, a pista pouco ou nada mexeu na tabela das classificações gerais. Nas motos, o panorama foi semelhante.


Ao final do primeiro dia, João Ferreira estava bastante contente com a sua prestação: “foi um bom começo para nós, com um traçado muito difícil, muito escorregadio, mas demos o nosso melhor para sobreviver. Era muito fácil cometer erros, vimos muitos pilotos parados com problemas. O nosso carro esteve bastante bem, e nós não cometemos erros, mas ainda falta muito para o fim”, afirmou o piloto de Leiria.


Acerca das condições sentidas no primeiro setor seletivo, no qual imperou a lama, o piloto português foi perentório em reafirmar o seu objetivo maior: “Nestas condições não podemos puxar muito, porque senão os erros acontecem e não é isso que queremos. Não estamos aqui para disputar setores. Bem sei que venci o setor, mas temos de nos manter focados e com os olhos no objetivo maior e vamos ver o que conseguimos alcançar”, declarou Ferreira.


Na categoria Stock, a dupla Rokas Baciuska/Oriol Vidal, em Defender, manteve a boa forma que revelou no Dakar, dominando o dia à frente das duplas Stéphane Peterhansel/Michaël Metge e Sara Price/Sean Berriman. Se o francês cedeu apenas um minuto para o seu colega de equipa, já a piloto norte-americana atrasou-se devido a um problema com a direção do seu Defender.


Seguindo o exemplo de João Ferreira, Ricardo Porém e Nuno Sousa foram a dupla vencedora do dia na categoria Challenger, fixando-se no topo da tabela à frente a Juan Gasso/Ion del Cid e Paul Spierings/Mark Salomons. Por último, na categoria SSV, o pódio ficou ordenado apenas com duplas nacionais, com Luís Cidade/Valter Cardoso, Luís Portela Morais/David Megre e ainda Miguel Barbosa/Joel Lutas.



Das quatro para as duas rodas, os portugueses no top


O grande destaque do dia foi para a prestação do piloto nacional Bruno Santos que, mesmo depois de ter sido penalizado em dois minutos por excesso de velocidade numa zona controlada, continua no topo da tabela classificativa. Aos comandos da Husqvarna FR 450 Rally, Santos não só se imiscuiu junto dos pilotos de fábrica, como também acabou o dia a liderar a categoria Rally2. Segundo ele, “a primeira parte do setor seletivo foi muito divertida, se bem que molhada, mas gostei muito. Estou acostumado a pilotar em percursos com muita água, que são comuns no campeonato nacional. E sinto-me fisicamente bem”, rematou.


A participação de Santos no bp Ultimate Rally-Raid Portugal é algo diferente, já que é o próprio que presta assistência à sua moto: “até agora estava sozinho com a minha mulher. Estamos acostumados a disputar corridas sozinhos, mas agora temos a ajuda de alguns amigos”, declarou.


Em Rally3, os irmãos portugueses Gonçalo e Salvador Amaral (Honda) foram os mais rápidos do dia, superiorizando-se ao francês Steve Pasco. Na categoria Quad, Antanas Kanopkinas (CFMOTO) lidera.

Espetáculo e animação em mais um dia de competição

Amanhã, dia 19, a segunda etapa será disputada num setor seletivo que irá levar os pilotos de Grândola a Badajoz, numa extensão cronometrada de 377 quilómetros. A primeira moto vai para a pista às 7h05 e o primeiro carro às 9h35. A chegada a Badajoz está prevista para as 12h53 para as motos e 15h22 para os carros. Tal como em Grândola, o bivouac estará aberto ao público em geral, com acesso gratuito, entre as 18 e as 23 horas.

Alyssa Spencer e Alister Reginato vencem o Bioglan Newcastle SURFEST apresentado por Bonsoy.

WSL / Hannah Anderson
Alyssa Spencer (EUA) e Alister Reginato (AUS) venceram a etapa do WSL Bioglan Newcastle SURFEST Presented by Bonsoy Challenger Series (CS). 

A celebração do 40º aniversário do Newcastle SURFEST encerrou a temporada 2025/2026 do CS com uma semana incrível de ação de alto nível, confirmando a lista de competidores do Championship Tour (CT) de 2026 e definindo os vencedores da Challenger Series.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Sanders protagonista no início do bp Ultimate Rally-Raid Portugal

Daniel Sanders fez notar a sua presença na edição deste ano do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, ao vencer o prólogo disputado em Grândola. O Campeão do Mundo foi um décimo de segundo mais rápido, na sua KTM, que o segundo classificado, Tosha Schareina (Honda). O terceiro classificado do prólogo foi Ricky Brabec (Honda), que ficou a 0,03s do melhor classificado.

Ainda a recuperar da aparatosa queda que sofreu no Dakar deste ano, Sanders mostrou toda a sua garra e velocidade. A felicidade era notória no australiano: “obviamente é bom podermos chegar aqui [vencer o prólogo]. A pista é semelhante à da última época e conseguimos ver por onde íamos um pouco, mas as condições foram-se alterando. Todos estavam a puxar. Para descobrir qual a linha mais rápida tínhamos de arriscar e não cair. É difícil aquecer numa etapa de dois ou três minutos, mas é uma questão de suster a respiração e ir o mais rápido possível”, concluiu o piloto da KTM.


Com muitos adeptos a assistir nas pistas de Grândola, o prólogo teve como vencedor da categoria Rally2 o neerlandês Jeremy Knuiman (KTM) e em Rally3 o português Gonçalo Amaral (Honda).

O melhor português no prólogo foi Bruno Santos, em Husqvarna FR 450 Rally. À chegada, não escondeu a sua satisfação: “foi um prólogo positivo, [...] muito interessante, arenoso, com umas curvas sinuosas. Sei que imprimi um bom ritmo; ainda não tinha as linhas perfeitas marcadas naquele traçado, mas ainda assim não foi um problema. Tentei acelerar o máximo que pude, gostava de ter feito um bocadinho mais, não deu. Acredito que já deu para eleger uma boa posição para a etapa de amanhã”, rematou o piloto luso.


Animação nas pistas e nas zonas abertas ao público

O dia terminou com a conferência de imprensa aberta ao público, a concorrida sessão de autógrafos com 18 pilotos e a cerimónia de partida para as motos e carros, onde os adeptos do todo-o-terreno puderam aplaudir alguns dos melhores carros, motos e respetivas equipas.

Amanhã, a primeira etapa terá um setor seletivo com uma extensão de 180 quilómetros, para um total de 225 quilómetros, que levará os pilotos a fazer uma volta que começa e termina em Grândola.


Ao longo do setor seletivo, haverá áreas para os espetadores acompanharem a passagem dos concorrentes. Ao final do dia, o parque de assistência terá acesso gratuito para o público em geral, das 18 às 22 horas. Para além da ação no terreno, também será possível assistir aos diretos transmitidos pela Sport TV (das 13:49 até às 16:37) e a um resumo com cerca de 15 minutos de duração (às 1:20).





 

domingo, 15 de março de 2026

Armand Duplantis o "voador" vai em 6,31m


DR / PUMA Press
Armand Duplantis quebrou o recorde mundial pela 15ª vez em sua carreira em sua competição em casa, o Mondo Classic em Uppsala, um evento do Circuito Mundial de Atletismo Indoor (WAT) . 
 
Competindo apenas pela segunda vez em 2026, após se recuperar de uma intoxicação alimentar em Clermont-Ferrand e saltar 6,06m, Duplantis mostrou-se impecável desde a primeira altura. Ele ultrapassou 5,65m, 5,90m e 6,08m, todos em suas primeiras tentativas. 
 
 Após garantir a vitória contra um grupo que incluía outros quatro saltadores que já haviam ultrapassado 6,00m ou mais neste ano, Duplantis inevitavelmente solicitou que sua próxima altura fosse o recorde mundial de 6,31m.
 
DR / PUMA Press
 E o atleta de 26 anos o superou em sua primeira tentativa, seu 15º recorde mundial em sua carreira incomparável. Duplantis desfrutou da admiração de seus colegas competidores antes de se envolver na bandeira sueca e correr para comemorar seu mais recente triunfo recordista com sua noiva, Desiré Inglander. "Esta é a minha casa. 
 
Cada vez que piso na pista, represento vocês e sinto muito orgulho de saltar por vocês e pela Suécia", disse Duplantis à multidão em sua entrevista pós-competição.

terça-feira, 10 de março de 2026

Pavilhão Municipal de Gaia recebe três provas este fim de semana

O Pavilhão Municipal de Vila Nova de Gaia vai receber este fim de semana (14 3 15 de março) três provas de ténis de mesa em simultâneo, o que acontece pela primeira vez em Portugal: Campeonato Nacional Individual de Seniores, Campeonato Nacional Individual e Equipas de

Para Ténis de Mesa e Parkinson Open Portugal. É também a primeira vez que três atletas2 olímpicos irão marcar presença no Campeonato Nacional: João Geraldo, Marcos Freitas e João Monteiro.


O Campeonato Nacional Individual de Seniores é disputado na vertente de singulares masculinos (125 atletas), singulares femininos (35 atletas), pares masculinos (34 pares), pares femininos (14) e pares mistos (27).

João Geraldo é o campeão nacional em título, depois de ter vencido Marcos Freitas na final disputada na época 2024-2025, alcançando o terceiro troféu de seniores na sua carreira (2025, 2021 e 2015).

No sector feminino, a atleta de origem russa Tatiana Garnova alcançou em 2025 o segundo título nacional, depois da vitória em 2023.

A final do Campeonato Nacional de Seniores Femininos (domingo, 17h00) e masculinos (domingo, 18h00) terá transmissão em direto na RTP Play.

No Campeonato Nacional de Para Ténis de Mesa estão inscritos 37 atletas (34 masculinos e 3 femininos), 6 pares masculinos e 9 equipas.

O Parkinson Open Portugal, a primeira prova de ténis de mesa para atletas com Parkinson disputada no nosso país, terá a presença de 21 atletas (17 masculinos e 4 femininos) que irão disputar provas de singulares masculinos e femininos e pares masculinos, em representação da Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Portugal e Suécia.

segunda-feira, 9 de março de 2026

BUILDING THE FUTURE - 12 e 13 de Março

“Game, Set, AI”, com João Stilwell Zilhão, General Manager e ATP Tournament Director do Millennium Estoril Open, no evento Building The Future 2026, que se realiza nos dias 12 e 13 (online), em Lisboa. 
 
Na sessão, marcada para as 12h (slot de 10 minutos), o speaker irá mostrar como um torneio de ténis pode tornar-se um “laboratório ao vivo” de inovação e Inteligência Artificial, através de experiências de engagement suportadas por dados e de avatares com IA a responder em tempo real durante jogos ao vivo, demonstrando como esta tecnologia pode potenciar ambientes físicos e criar impacto escalável. 
 
Ao longo do evento, a InnoWave estará também presente na área de parceiros, no qual terá a oportunidade de conhecer a empresa, a equipa e a estratégia. 


Data: 12 e 13 de março de 2026
Evento: Building The Future 2026
Sessão: Game, Set, AI
Formato: Híbrido (presencial e online)
Local presencial: Pavilhão Carlos Lopes, Lisboa


quinta-feira, 5 de março de 2026

Portugal recebe os melhores dos melhores do TT mundial

A elite do todo-o-terreno mundial prepara-se para rumar a Portugal e à Extremadura espanhola onde, durante uma semana, vai competir nas desafiantes pistas que o Automóvel Club de Portugal preparou para a terceira edição do bp Ultimate Rally-Raid Portugal. 

bp Ultimate Rally-Raid Portugal

A prova, com partida em Grândola, no dia 17 de março, e final no concelho de Loulé, a 22 de março, apresenta uma extensa e muito competitiva lista de inscritos com a participação das principais equipas participantes no Campeonato do Mundo de TT para o qual a prova pontua.

Nos automóveis, são vários os fabricantes que se envolvem com meios de fábrica, como a Dacia, a Toyota, a Ford, a Ebro ou a Defender. Entre os pilotos, Nasser Al-Attiyah (Dacia) comanda um pelotão de estrelas. O qatari lidera a classificação do Mundial, fruto da vitória no Dakar, e arranca para a segunda ronda da temporada na frente de Mattias Ekström (Ford). A maioria dos grandes nomes da modalidade responderam à chamada. A lista conta com a presença de Lucas Moraes (Dacia), campeão do mundo em título e vencedor da última edição do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, de Sébastien Loeb (Dacia), Carlos Sainz (Ford), Yazeed Al Rajhi e Henk Lategan, ambos em Toyota.

Também entre os Challenger e os SSV, a popularidade do bp Ultimate Rally-Raid Portugal é elevada. Os melhores classificados nas respetivas categorias estarão praticamente todos alinhados à partida e espera-se acesas lutas pela vitória, com a participação já confirmada de nomes como o campeão do mundo SSV, Alexandre Pinto (Taurus), ou Pau Navarro (Bairons), líder da categoria em 2026. João Monteiro (Can-Am), o segundo melhor dos SSV no campeonato, lidera o numeroso pelotão que conta com uma fortíssima representação portuguesa. Destaque, ainda, para a categoria Stock – os veículos mais próximos das versões de série – em que a Defender se apresenta à partida na sua máxima força. O líder do Mundial, Rokas Baciuska, corre com um dos carros ingleses, tal como acontece com um dos pilotos com o mais palmarés na história do TT, Stéphane Peterhansel, e Sara Price.

Nas motos, a Honda, a KTM e a Hero chegam praticamente na máxima força. Daniel Sanders (KTM) ganhou a prova em 2025 e procura repetir o feito. Mas o equilíbrio entre os diversos construtores é grande, como se viu na ronda que abriu a temporada, e há, por certo, uma mão cheia de candidatos à vitória. É o caso do líder do campeonato, Luciano Benavides (KTM), ou dos homens da Honda, como Ricky Brabec, Skyler Howes, Tosha Schareina, ou dos representantes da Hero, Jose Ignacio Cornejo e Ross Branch. Em Rally 2, os três primeiros, entre os quais Martim Ventura (Honda), têm presença confirmada.


Destaque, também, para a CF Moto que inscreve a nível oficial, dois quads para pilotos provenientes da Letónia.

Portugueses ambiciosos


Entre os 117 inscritos, são 24 as formações portuguesas que se inscreveram no bp Ultimate Rally-Raid Portugal. Entre estas, está a dupla João Ferreira/Filipe Palmeiro. A formação lusa chega galvanizada após o triunfo na primeira prova do Campeonato de Portugal de TT e certamente vai lutar pela vitória absoluta.
Entre os Challenger, Alexandre Pinto é a principal estrela de uma comitiva que conta com o antigo campeão português, Ricardo Porém. É, contudo, nos SSV que as forças portuguesas mais brilham. João Monteiro é, como referido, o melhor classificado no campeonato presente no bp Ultimate Rally-Raid Portugal. Além deste, está o pluricampeão português, Miguel Barbosa, ou os muito rápidos Luís Cidade e Luís Portela Morais.  
Nas motos, Martim Ventura lidera a delegação nacional. Alguns dos mais fortes que este ano disputam o campeonato português também se apresentam à partida e querem mostrar serviço. São os casos de Bruno Santos (Husqvarna) ou Micael Simão (KTM).


"O bp Ultimate Rally-Raid Portugal estabeleceu-se, desde a primeira edição, como a referência da modalidade na Europa, o que lhe dá um forte protagonismo internacional. As pistas muito particulares são completamente diferentes da maioria das provas que integram o Campeonato do Mundo de TT e isso tem sido reconhecido pelas equipas, em particular pelos pilotos, que destacam o carácter técnico do percurso desenhado. Este fator, aliado a uma organização muito experiente, ao excelente trabalho no domínio, por exemplo, da sustentabilidade, traduz-se numa lista de inscritos muito competitiva com vários candidatos ao triunfo. 

Para o Automóvel Club de Portugal, este é o derradeiro elemento que nos garantirá um excelente espetáculo para os muitos amantes desta disciplina que, por certo, acompanharão os concorrentes pelos trilhos e caminhos de Portugal e da Extremadura espanhola", afirmou o Presidente da Comissão Organizadora do bp Ultimate Rally-Raid Portugal, Carlos Barbosa.

Parque de assistência aberto ao público

Os adeptos da modalidade têm, no bp Ultimate Rally-Raid Portugal, uma oportunidade única de verem os melhores carros e motos e as estrelas do TT. Além de toda a ação nas pistas de Portugal e da Extremadura espanhola, há a possibilidade de visitar o parque de assistência da prova. É um autêntico centro de excelência da competição de todo-o-terreno a nível mundial que se estabelecerá em Grândola, em Badajoz e em Loulé. 


Na vila alentejana, o bivouac do bp Ultimate Rally-Raid Portugal está aberto ao público de 16 a 18 de março, entre as 18 e as 22 horas (hora de Portugal Continental). Em Badajoz, o parque estará aberto nos dias 19 e 20, entre as 18 e as 23 horas (hora espanhola, mais uma do que em Portugal). De regresso a terras lusas, em Loulé, o parque de assistência será montado junto ao Estádio Algarve e os visitantes poderão ver os carros e as motos, no dia 21 de março, das 18 às 22 horas (hora de Portugal Continental).




domingo, 1 de março de 2026

Troféu de Orientação de Sintra

O Clube de Aventura e Orientação de Sintra, em colaboração com a Federação Portuguesa de Orientação e a Câmara Municipal de Sintra, vai organizar, nos dias 7 e 8 de março, o Troféu de Orientação de Sintra, prova que integra os campeonatos nacionais de distância longa e sprint da modalidade.
 
 A competição, que apura os campeões individuais e coletivos dos diversos
escalões e categorias inclui duas provas:

O Campeonato Nacional de Distância Longa tem início às 14h de sábado, com partidas e chegadas no Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas.
 
Na manhã de domingo, o Campeonato Nacional de Sprint decorre em Mem Martins, com partidas e chegadas na Escola Básica Mestre Domingos Saraiva.

São esperados em Sintra cerca de quatro centenas de atletas, numa prova que,
além da competição, terá também percursos para todos os interessados, com
níveis de dificuldade adequados à experiência de cada um e que permitem a
participação individual ou em grupos.

Desafia-te e vem praticar Orientação connosco!

Inscrições até 27 de fevereiro.

Mais informação em www.oricaos.com, ou caosintra@gmail.com .

Sugere-se a observação destes vídeos com os primeiros passos na modalidade:
> O mapa: https://youtu.be/y8klqW9ozIo
> Como orientar o mapa: https://www.youtube.com/watch?v=HjVc_kngvM0
> Define o teu trajeto: https://www.youtube.com/watch?v=9xHtjayOoZg